sábado, 22 de outubro de 2011

ACURCIO CARRELO

ACURCIO CARRELO



Acúrcio Freire Alves Carrelo

Nasceu no dia 16 de Março de 1931.

Juntamente com Américo, Pinho e Barrigana, marcou uma época no Futebol Clube do Porto e no futebol português.Talvez o F.C. Porto nunca tenha tido tantos e tão bons guarda-redes, e durante várias épocas consecutivas. Depois de Barrigana, seguiram-se Pinho, Acúrcio e Américo. É curioso que, tal como vários atletas do seu tempo, Acúrcio tenha dividido o seu tempo entre o futebol e outra modalidade onde jogava como avançado: o Hóquei em Patins!Apesar de nesse tempo os jogadores terem a possibilidade de representar os clubes em várias modalidades, as condições nem sempre eram as melhores. Recentemente, Acúrcio deu uma entrevista onde recordou as dificuldades que os jogadores do seu tempo enfrentavam para treinar e jogar: “Havia uma parte do percurso que tinha de fazer a pé, porque não havia transportes para o estádio”.

Acúrcio foi campeão nacional pelo F.C. Porto na época 1958/59, quando a famosa equipa de Béla Guttmann recuperou o título conquistado 3 anos antes com Dorival Yustrich (o F.C. Porto voltaria a ser campeão 19 anos depois!).As fantásticas exibições, ao serviço do F.C. Porto, também valeram a Acúrcio oito chamadas à Selecção Nacional (Acúrcio também foi internacional no Hóquei em Patins!), tendo-se estreado por Portugal a 21 de Maio de 1959.

Faleceu no dia 9 de Janeiro de 2010.


JABURU


JORGE SOUSA MATOS
Nasceu no dia 19 de Abril de 1933 no Rio de Janeiro.
No Brasil representou o Olaria A.C., Fluminense F.C. e o América.
Ingressou no Futebol Clube do Porto na época de 1955/56 onde encontrou Dorival Yustrich como treinador. Fez a sua estreia no dia 25 de Setembro de 1955 no estádio das Antas onde o F.C. Porto defrontou o C.F. Belenenses, o jogo terminou empatado 1-1.
Nessa temporada, Jaburu formou a dupla do ataque portista com António Teixeira, e dos 77 golos marcados pelos Dragões 21 foram de sua autoria. No final do campeonato o F.C. Porto sagrou-se Campeão Nacional. Os portistas venceram também a Taça de Portugal ao vencerem na final o S.C. União Torreense por 2-0
.No final dessa época, Jaburu deixou o F.C. Porto e rumou a Espanha onde foi vítima de uma doença grave.
Ainda regressou a Portugal onde teve uma passagem pelo Leixões S.C. Depois voltou ao Brasil onde faleceu.
Palmarés1 Campeonato da 1ª Divisão (Portugal)
Taça de Portugal




ANDEBOL




9ª Jornada.



FC Porto-Águas Santas 26-23


O FC Porto fez a sua obrigação, que era derrotar o líder Águas Santas, por 26-23. Foi um jogo equilibrado, mas onde os Dragões estiveram sempre por cima. Ao intervalo registava-se uma vantagem de 2 golos para os Dragões (13-11). Se do lado do Águas Santas, tivemos um António Campos em grande nível, também o FC Porto deve muito ao seu guarda-redes, Nuno Laurentino. Tiago Rocha e Daymaro também foram factor de desiquilíbrio, bem como Gilberto Duarte, com 8 golos marcados. Perante mais de 1400 espectadores, tivémos festa do andebol no Dragão Caixa. A 11 minutos do fim o FC Porto conseguiu uma primeira vantagem de 6 golos, que o público recebeu com grande alívio. Até aí, o adversário esteve sempre próximo no marcador. O FC Porto alinhou com a seguinte equipa: Ricardo Costa (Ljubomir Obradovic esteve castigado) fez alinhar a seguinte equipa: Hugo Laurentino (gr), Gilberto Duarte (8), Filipe Mota, Tiago Rocha (3), Dario Andrade (3), Ricardo Moreira (3) e Pedro Spínola (4). Jogaram ainda: Alfredo Quintana (gr), Vasco Santos, Daymaro Salina (2), Sérgio Rola, Hugo Santos (1), Nenad Malencic (2) e Duarte Carregueiro.

BASQUETEBOL



Andrade outra vez MVP

Com Carlos Andrade a repetir a distinção de MVP, mas atingindo agora um registo notável, expresso no duplo-duplo de 15 pontos e 17 ressaltos, o campeão nacional somou nova vitória por números expressivos (81-66) e atenuados pela conclusão do encontro com um cinco absolutamente improvável, que permitiu as estreias de Rui Lopes e Eduardo Guimarães na Liga. O Barcelos foi adversário.O parcial de 9-0 com que os Dragões abriram o jogo parecia prenunciar uma tarde tranquila, num indício que perderia todo e qualquer sentido ao final do segundo período, com o Barcelos a sair em vantagem (31-32) para o intervalo, depois do quarto em que os azuis e brancos experimentaram mais dificuldades no lançamento (10-20).Com a informação presente de que a equipa de Barcelos obrigara a Ovarense a tempo extra na jornada anterior, a abordagem portista à segunda parte e, em particular, ao terceiro período, revelar-se-ia decisiva, ao ponto de José Rodrigues, o treinador da equipa visitante, se ter referido ao desempenho dos Dragões falando num “massacre” e distinguindo o processo defensivo do opositor.E foi precisamente no terceiro período, em que os campeões compuseram um parcial de 28-12, que emergiu Carlos Andrade, com uma exibição determinante e certificada pelos 7 pontos marcados e os 8 ressaltos conquistados no penúltimo quarto. No último, após o alargamento da diferença às duas dezenas e já depois de Stempin ter acu mulado a quinta falta e ter atingido os 20 pontos, Moncho López promoveu as estreias de Rui Lopes e Eduardo Guimarães, cumprindo os minutos finais com um cinco absolutamente português e extremamente jovem: Miguel Maria, Eduardo Guimarães, Rui Lopes, André Boavida e David Gomes. Ainda assim, o treinador galego dos Dragões reconheceria, já depois de terminada a partida, as dificuldades impostas pelo Barcelos. “O adversário contrariou muito bem o nosso jogo e fez-nos procurar soluções que só fomos capazes de encontrar na segunda parte”, admitiu Moncho López, que distinguiu na qualidade e na postura do opositor “uma lufada de ar fresco” para o basquetebol português.

FICHA DE JOGO

Campeonato da Liga, segunda jornada22 de Outubro de 2011

Dragão Caixa, no PortoAssistência: 829 espectadores

Árbitro principal: Nuno MonteiroÁrbitros auxiliares: Paulo Marques e Pedro Maia

FC PORTO (81): Reggie Jackson (5), Digo Correira (9), Carlos Andrade (15), Miguel Miranda (12) e Greg Stempin (20); João Santos (10), José Costa (5), David Gomes (1), Miguel Maria (2), André Boavida (2), Rui Lopes (0), Eduardo Guimarães (0)

Treinador: Moncho López

BARCELOS (66): Carlos Fechas (11), Nuno Oliveira (10), Augusto Matos (21), Pedro Silva (3) e Sergi Brunet (10); Tiago Barreiro (6), João Moreira (5), Ivo Gonçalves (0)

Treinador: José Rodrigues

Ao intervalo: 31-32

Campeonato Nacional Juniores Futebol Zona Norte




Juniores:


FC Porto foi vencer à Feira


Feirense 1 FC Porto 4


O FC Porto foi este sábado vencer a Santa Maria da Feira o Feirense, em jogo a contar para a 11.ª jornada da primeira fase do campeonato nacional de juniores, resultado que mantém os Dragões isolados na liderança.O jogo nem começou muito bem para os jovens Dragões, que chegaram ao intervalo a perder por 1-0. A equipa reagiu na etapa complementar, dando a volta ao resultado e acabando a golear.Alves (56m), Fábio Martins (70m), Tó Zé (75m) e Ebo (84m) foram os autores dos golos do FC Porto, que com esta vitória atingiu os 27 pontos, mais dez do que os segundos classificados, Guimarães e Braga.

EDMILSON 1995

Edmilson Gonçalves Pimenta

Nasceu no dia 17 de Setembro de 1971 em Santa Teresa, Brasil. Foi no pequeno clube da sua terra, o Colatina que começou a jogar futebol mais a sério no ano de 1990. Dois anos depois mudou-se para o E.C. Democrata onde jogou até 1993. No verão desse mesmo ano, mudou-se para Portugal, para ingressar no C.D. Nacional, no entanto na ilha da Madeira apenas permaneceu uma temporada já que de seguida foi contratado pelo S.C. Salgueiros onde confirmou as boas exibições já demonstradas anteriormente no clube madeirense. Dessa forma foi sem surpresa que na temporada de 1995/96 transferiu-se para o Futebol Clube do Porto. Edmilson vestiu a camisola dos Dragões durante duas épocas tendo sido um dos principais jogadores do plantel portista entre 1995 e 1997. Nas Antas, o avançado brasileiro venceu os dois campeonatos nacionais que disputou e ainda juntou a conquista de uma Supertaça Cândido de Oliveira depois de uma estrondosa vitória no Estádio da Luz sobre o S.L. Benfica por 5-0, onde foi o autor do segundo golo do jogo. Na temporada seguinte rumou a França para representar o Paris S.G. mas nem tudo foram rosas na cidade das luzes e no início de 1998 estava de volta a Portugal mas desta vez para jogar de leão ao peito. No Sporting C.P. jogou até 2001 e venceu mais um campeonato nacional e uma Supertaça Cândido de Oliveira. Depois regressou ao Brasil para ingressar no S.E. Palmeiras, onde actuou apenas um ano, para em 2002 voltou a vestir a camisola do Colatina. Em 2003/04 retornou a Portugal, para jogar pelo Portimonense S.C. Em 2005 de novo estava no Brasil para representar o Colatina. Passou no ano seguinte pela Bélgica onde representou o R.C. Sportif Visétois. Em 2006/07 mais uma vez voltou a Portugal para jogar pelo A.D.C.R.S. Guilhabreu. Em 2007 regressou de vez ao seu país natal para terminar a carreira no Colatina. Palmarés 3 Campeonatos da 1ª Divisão (Portugal) 2 Supertaças Cândido de Oliveira

TOMISLAV IVIC 1987



Aos 77 anos, Tomislav Ivic não resistiu a uma doença cardíaca. Percorreu meio mundo do futebol, numa carreira que durou 36 anos. Em 2004 decidiu deixar de treinar, mas nunca desligou totalmente da modalidade.Quando, em 1987, Ivic foi contratado por Pinto da Costa para treinar o FC Porto, já trazia no currículo 10 aventuras diferentes como treinador. Nessa época, a estreia do croata foi perfeita: conquistou quatro títulos, incluindo uma Supertaça Europeia e uma Taça Intercontinental.Antes já tinha vencido a Liga holandesa com o Ajax, o campeonato belga com o Anderlecht e o campeonato grego com o Panathinaikos. Em 1988, porém, deixou o Porto para integrar o quadro técnico da selecção da Croácia, mas voltaria a Portugal.Foi em 1992 e desta vez para orientar o Benfica. O percurso, porém, foi bem diferente do vivido no Norte e, sem títulos nem glória, Ivic deixaria a Luz para rumar... às Antas, novamente. Na segunda aventura no FC Porto, de resto, esteve muito longe do brilharete da primeira e sairia a meio da época, em Janeiro de 1994.Ainda percorreu mais um conjunto de países - e ainda voltou ao "seu" Hajduk Split, pela quarta vez, em 1997 - para terminar a carreira de treinador na Arábia Saudita. No final, conquistara títulos em sete países diferentes. E orientara quatro selecções. Um currículo ao alcance de poucos.

FRANJO PETRAK 1939

Franjo Petrak 1939

Nasceu em na Croácia (antiga Jugoslávia) no dia 19 de Novembro de 1911.No seu país alinhou pelo HASK Zagreb, passou depois por Itália, Suíça e França até chegar a Portugal em 1939 para representar o Futebol Clube do Porto.Nas duas temporadas que esteve ao serviço dos Dragões, Petrak formou com o seu compatriota Slavko Kordnya, uma dupla atacante de enorme sucesso, como mostram os 44 golos apontados pelos dois jogadores (Kordnya 29, Petrak 15), num total de 76 golos marcados pelo F.C. Porto no campeonato de 1939/40 em que se sagrou Campeão Nacional.Na temporada seguinte Petrak apontou mais 13 golos, com os portistas a terminarem o campeonato no segundo lugar. No final dessa época deixou o F.C. Porto para ingressar no G.D. Estoril Praia, clube que representou até ao ano de 1944.Faleceu em 1978.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

ABEL 1970





Abel Fernando Maglietti






Nasceu no dia 4 de Março de 1946 em Lourenço Marques; Moçambique.Em 1967/68 fez a sua estreia a nível Professional ao serviço do S.L. Benfica, clube que representou durante três épocas e onde venceu dois Campeonatos Nacional e duas Taças de Portugal.Em 1970/71 transferiu-se para o Futebol Clube do Porto. Nas Antas esteve cinco temporadas e chegou a formar com o brasileiro Flávio a dupla atacante que ainda hoje muitos adeptos recordam.Na época de 1975/76 representou o V.Guimarães e na temporada seguinte mudou-se para Aveiro onde foi vestir a camisola do S.C. Beira-Mar durante dois campeonatos, tendo feito parte do mesmo plantel que António Sousa, outro jogador que passou pelo F.C. Porto.Em 1978/79 seguiu-se o F.C. Penafiel para aí jogar duas temporadas.Rumou depois aos Estados Unidos para jogar no Sport Newark e Benfica onde terminou a sua carreira.Palmarés2 Campeonatos da 1ª Divisão (Portugal)2 Taças de Portugal

FC Porto - Nacional da Madeira



ROB JOHNSSON já é Dragão



Rob Johnson assinou e quer o título



O norte-americano Rob Johnson já é Dragão. O poste, que na época passada representou o River Andorra, da liga espanhola LEB Prata, assinou contrato válido por um ano com o FC Porto Ferpinta e assumiu, esta quinta-feira, pouco depois de ter assistido ao treino dirigido por Moncho López, a ansiedade de integrar o plantel campeão."Espero vencer e poder ajudar a equipa a conquistar o título", disse Johnson, de 30 anos e 2,03 metros, que cumpriu toda a etapa universitária com a camisola dos Oregon Ducks, alinhando ao lado de jogadores que atingiram a NBA, como Luke Ridnour e Luke Jackson.Defensor notável e ressaltador por excelência, Rob Johnson apresenta um currículo com vasta experiência europeia, tendo já alinhado nas ligas austríaca, sueca, eslovaca, suíça e espanhola e recolhido várias distinções, sobressaindo, na época passada, entre o cinco ideal de estrangeiros da LEB Prata.Com a camisola do River Andorra, Johnson atingiu máximos de 20 pontos (frente ao Lan Mobel) e 14 ressaltos (em duas ocasiões), desempenhando um papel determinante no percurso da equipa até à final de acesso à LEB Oro, direito que a formação andorrenha perdeu, por um único ponto, para o Mallorca.Seguro de ter feito uma boa opção, o poste norte-americano disse, ainda, que o perfil do treinador portista pesou na hora de decidir. "Sei que é um óptimo treinador e que é conhecido por ter uma relação muito boa com os jogadores, o que torna tudo muito mais fácil", explicou Rob Johnson, que não espera tratamento especial: "Sou apenas mais um e disponível para ajudar".

JÁ TEMOS UM CANECO faltam tres

PEDRO GIL pentacampeão do mundo




"Já temos um caneco, faltam três"


Para Pedro Gil, pentacampeão mundial, não há limites. Nem para a ambição, nem para o projecto de continuar a fazer história. O insaciável avançado espanhol ergueu a Supertaça há menos de uma semana, mas já só pensa em acrescentar novos títulos ao palmarés portista. O campeonato é a prioridade, que começa a defender às 16h00 de domingo, no Dragão Caixa, frente ao Paço de Arcos.Muito público"Vamos começar o campeonato no domingo, em nossa casa, o que é sempre bom. Esperamos muito público no Dragão Caixa, já que temos novo treinador, novos companheiros e se trata de um jogo que acontece uma semana depois da conquista da Supertaça, com o aliciante de se realizar antes do jogo de futebol frente ao Nacional da Madeira."Para o hendecacampeonato"Sentimos pressão todos os anos, até porque sabemos que todas as equipas nos querem derrotar. Queremos voltar a vencer o campeonato e continuar a fazer história no hóquei em patins português e mundial."Ambição e deveres"O FC Porto, por mais alterações que sofra, entra em todas as provas para vencer. Vamos começar o campeonato com a obrigação de o ganhar, da mesma forma que temos o dever de vencer as restantes competições nacionais. Já temos um caneco no bolso, faltam três. Começamos sempre com o espírito, com a vontade e o pensamento de que vamos conquistar todas as competições. Estamos convencidos de que este ano será o ano em que o FC Porto Império Bonança vai arrecadar tudo o que tem para conquistar."Mais intensidade"Ainda só realizamos um jogo oficial, mas penso que estamos uma equipa mais aguerrida, ainda com mais força do que anteriormente, o que poderá elevar ainda mais a intensidade dos nossos jogos. Os dois primeiros encontros do campeonato são com equipas que ascenderam este ano ao escalão principal, o que, só por si, não representa uma vantagem, já que são equipas que têm menos a perder. Além do mais, prefiro jogar contra equipas que conheço melhor."

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

ARTUR JORGE 1987



Viena, 27 de Maio de 1987.


Um clube do Norte de Portugal, um país pobre, pequeno e periférico, surpreende a Europa do futebol, ao derrotar na final da Taça dos Campeões Europeus o colosso da rica Baviera.À boleia deste sucesso, o quase desconhecido Artur Jorge Braga Melo Teixeira (licenciado em Germânicas e que tinha estudado metodologia de treino em Leipzig, na antiga Alemanha de Leste), juntamente com uma geração de jogadores fantásticos – Madjer, Futre, Juary, João Pinto, etc. – saltaram para a ribalta europeia.Ainda mal refeitos da “bebedeira”, os adeptos portistas sonhavam com novas conquistas além fronteiras na época seguinte. Contudo, uns dias depois de ter regressado ao Porto de braço dado com Pinto da Costa, Artur Jorge pede ao presidente do FC Porto para o deixar sair. De França, o milionário francês Jean-Luc Lagardére, presidente do Matra Racing, acena-lhe com uma pipa de massa e o desafio de transformar o ex-Racing Club Paris num grande do futebol europeu.Aos 41 anos, entre a possibilidade de continuar como treinador principal dos dragões e os francos franceses, o portuense e portista Artur Jorge nem hesitou e Pinto da Costa não teve outro remédio senão deixá-lo ir. E, como na altura ainda não havia cláusulas de rescisão nos contratos dos treinadores, o FC Porto ficou sem treinador e de mãos a abanar.Lagardére (uma espécie de Abramovi

ALVARO CARDOSO PEREIRA 1932



Álvaro Cardoso Pereira

Nasceu no dia 7 de Novembro de 1904 na cidade do Porto.

Foi um médio-centro que durante 10 anos, entre 1926/27 – 1935/36, vestiu a camisola do Futebol Clube do Porto.

Alinhou na equipa que derrotou o S.L. Benfica por 8-0 no campeonato de Portugal de 1932/33 e também contra o First Viena, um dos gigantes da Europa na época que caíram aos pés dos Dragões no Estádio do Lima. Álvaro Pereira com a camisola do F.C. Porto venceu por uma vez o Campeonato de Portugal na temporada de 1931/32, ao vencer o C.F. Belenenses na Final. E o Campeonato Nacional da 1ª Divisão de 1934/35. Pelo meio conquistou por dez vezes o Campeonato do Porto. Foi internacional por Portugal por 7 vezes. Teve a sua estreia no dia 30 de Novembro de 1930 contra a Espanha e a ultima vez que vestiu a camisola da Selecção Nacional foi a 18 de Março de 1934 também contra a selecção espanhola.

Palmarés;

1 Campeonato 1ª Divisão (Portugal)

1 Campeonato de Portugal

BOBY ROBSON

Bobby Robson

Dado que hoje não nos encontramos particularmente satisfeitos, recordamos e homenageamos um Grande Senhor que passou pelo F.C. do Porto que com o seu humor británico nos ía dando alguma boa disposição.
Obrigado Bobby Robson.Sir Robert William Robson (Bobby Robson), nasceu no dia 18 de Fevereiro de 1933 em Sacriston na Inglaterra.
Enquanto jogador vestiu a camisola do Fulham F.C. clube que representou 11 temporadas, e do West Bromwich Albion, durante 6 temporadas. Já no final da carreira representou os canadianos do Vancouver Royals onde foi treinador/jogador.
Começou a carreira de treinador no clube canadiano mas logo transferiu-se para o Fulham F.C. Na temporada de 1968/69 mudou-se para o Ipswich Town onde se manteve até a época de 1981/82. Ao serviço do clube da cidade de Ipswich, Robson venceu a Taça de Inglaterra em 1977/78 ao derrotar o Arsenal F.C. na Final. Venceu também a Taça UEFA em 1980/81 depois de vencer o AZ Alkmaar.Em 2008 foi nomeado Presidente honorário do Ipswich Town como forma de gratidão pelo trabalho que realizou no clube.Na temporada de 1982/83 foi convidado para dirigir a Selecção da Inglaterra onde esteve presente nos Campeonatos do Mundo do México em 1986 e de Itália em 1990. No México foi eliminado pela Argentina por causa de um golo marcado com a mão de Maradona, e em Itália perdeu nas meias-finais perante a Alemanha.Nas épocas de 1990/91 e 1991/92 foi treinador do PSV de Eindhoven e sagrou-se Campeão nas duas temporadas.
Em 1992/93 mudou-se para o Sporting C.P. onde esteve uma época e meia até que foi despedido por Sousa Cintra depois da eliminação frente ao Casino Salzburgo.

A meio da temporada de 1993/94 chegou ao Futebol Clube do Porto e conquistou a Taça de Portugal derrotando na finalíssima o clube que o tinha despedido, o Sporting C.P. E chegou à meia-final da Liga dos Campeões onde foi derrotado pelo F.C. Barcelona.Em 1994/95 e 1995/96 ainda ao serviço do F.C. Porto, sagrou-se Bi-Campeão Nacional e ainda venceu uma Supertaça.Em 1996/97 mudou-se para o F.C. Barcelona onde venceu a Taça da Espanha e a Taça dos Vencedores das Taças.Na temporada seguinte voltou ao PSV e depois em 1999/2000 regressou a Inglaterra para orientar o seu clube do coração, o Newcastle United onde se manteve até terminar a carreira na temporada de 2004/05.Foi condecorado com a Ordem do Império Britânico em 1990 e com o título de Cavaleiro em 2002, ambos pelos seus serviços prestados ao futebol.Faleceu no dia 31 de Julho de 2009, vitima de cancro.Palmarés 1 Taça dos Vencedores das Taças1 Taça UEFA2 Campeonatos da 1ª Divisão (Portugal)2 Campeonatos da Holanda1 Taça de Portugal1 Taça de Espanha1 Taça de Inglaterra1 Supertaça Cândido de Oliveira

ANTEVISÃO do PORTO - BARCELOS

"O Barcelos pode ser a sensação do campeonato"

A condição de MVP da partida e a sua inclusão no cinco ideal da primeira jornada não bastaram para convencer Carlos Andrade sobre a qualidade da exibição portista na vitória sobre a Académica. O extremo dos Dragões quer mais de si e da equipa, e alimenta a expectativa de que ambos possam melhorar a cada jogo. A começar pela recepção ao Barcelos, às 15h00 de sábado.Vitória meio amarga“O jogo é para ganhar, como todos os outros, e surge depois de uma vitória frente à Académica, que nos deixou um sabor meio amargo, porque sabemos que poderíamos ter feito muito melhor. Temos, por isso, a expectativa de melhorar a cada jogo.”Sensação em potência“Será um jogo completamente diferente daquele que disputamos no Troféu António Pratas, até porque o Barcelos fez algumas alterações, tem um jogador novo e uma equipa que pode transformar-se na sensação do campeonato.”Muito caminho pela frente“Apesar de estarmos a jogar apenas com dois norte-americanos, já registamos alguma evolução, em especial na defesa. No ataque, o timing dos bloqueios e das saídas bloqueadas ainda não estão a 100 por cento, mas também ainda é cedo para atingir esse nível. Temos muito caminho pela frente.”

O que disse Hulk



«Todos esperavam o FC Porto na liderança


O internacional brasileiro Hulk, autor do golo no empate frente ao APOEL (1-1), compreende a desilusão dos adeptos com o resultado, mas defende que todos deram o máximo e que hoje não foram «felizes». «Acho que acontece. Infelizmente não foi o resultado que queríamos Entramos para ganhar, criamos oportunidades e não fomos felizes. Vamos levantar a cabeça e resolver nos próximos jogos», afirmou Hulk, em declarações à Sport tv.O avançado brasileiro percebe a desilusão dos adeptos do campeão nacional: «Acho que todos esperavam o FC Porto na liderança, por causa do nosso trabalho, mas hoje não fomos felizes. Todos deram o máximo, só que infelizmente não conseguimos os três pontos».

O que disse João Moutinho



João Moutinho, médio do FC Porto, era um dos rostos da desilusão azul e branca após o inesperado empate caseiro frente aos cipriotas do Apoel (1-1), em jogo a contar para a 3.ª jornada do Grupo G da Liga dos Campeões.
"Tínhamos de mostrar dentro de campo que éramos melhores, mas não fizemos as coisas da melhor maneira para sairmos daqui com a vitória e dar um passo em frente na competição", começou por dizer o médio, afirmando ainda que a equipa cipriota foi feliz.
"Faltou-nos intensidade. O Apoel é uma equipa matreira e foi eficaz, coisa que nós não fomos. Agora vamos levantar a cabeça e pensar no jogo que temos para o campeonato, para depois voltarmos a pensar nesta competição."
O médio considera ainda já teve melhores dias e que, de momento, as coisas não lhe correm da melhor maneira.
"Não tenho estado ao meu melhor nível. As coisas não me correm bem... nem a mim nem à equipa, mas não podemos pensar individualmente. Não estamos a conseguir concretizar e o empate reflete isso", sentenciou.

O que disse Helton



«É ao treinador que compete corrigir os erros»


O guarda-redes Helton abordou o empate frente ao APOEL (1-1) e explicou que o treinador Vítor Pereira terá agora de «corrigir» os erros revelados para vencerem na próxima partida. «Temos de analisar e ver o que podemos corrigir para, da próxima vez, conseguirmos o nosso objectivo, que é vencer. É ao treinador que compete, agora, ver como deve fazer isso durante os trabalhos da semana», afirmou Helton.Depois da série de vitórias na temporada passada, o guarda-redes brasileiro alertou que cada jogo tem uma história: «Cada ano é um ano, cada jogo é diferente. Então, é tentar tirar proveito das oportunidades deste ano. O que se fez para trás é cobrado este ano quando a exibição não é

O que disse Vitor Pereira



Acredito que vamos dar uma resposta frente ao Nacional


O treinador Vítor Pereira admitiu, em conferência de imprensa, que o FC Porto não conseguiu encontrar o “antídoto” necessário para bater o APOEL. Frente a uma equipa que ofereceu a iniciativa aos portistas, o técnico considerou que faltou circulação de bola para ultrapassar o empate que se estabeleceu aos 19 minutos. No entanto, “está tudo em aberto” na Champions League.Análise da partida"Contra uma equipa que defende com as linhas muito baixas, compacta, sem problemas em dar a iniciativa ao adversário para aproveitar as transições rápidas, não conseguimos encontrar a qualidade de circulação de bola que nos permitisse encontrar os espaços para penetrar de forma correcta. Precipitámo-nos muitas vezes e não fomos capazes de encontrar o antídoto para este APOEL."O que falhou"O APOEL fez aqui o que fez ao Zenit em casa e ao Shakhtar em Donetsk. Sabíamos o que íamos encontrar e que precisávamos de os atrair e de circular a bola com velocidade, mas em passe. Tivemos muita posse, mas inconsequente e previsível. Fizemos muitos remates exteriores, muitos cruzamentos, mas não actuamos da forma que era necessária para este jogo."Resposta no domingo"Trabalhamos para os adeptos. Aceito os assobios, eles querem ganhar, sentem o clube, vivem-no. Compreendo e acredito que vamos dar uma resposta frente ao Nacional, como eles e este clube merecem e esta equipa é capaz de dar."Situação na Champions"O grupo está muito equilibrado e o próximo jogo vai ser fundamental. Está tudo em aberto. Vamos ter de chegar a Chipre e vencer, rectificando este resultado menos positivo."

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

FC DO PORTO - APOEL 1- 1



Empate deixa tudo em aberto


O empate (1-1) não satisfaz, nem compromete. E fica longe de retratar com rigor a superioridade portista, expressa em todos os capítulos de um jogo que se decidiu no hiato de seis minutos, num intervalo demasiado curto para um encontro que só “fechou” no último suspiro. Mas o grupo permanece em aberto, com a qualificação para os “oitavos” da Champions ao alcance dos Dragões.Apesar de advertido sobre os perigos que o estilo de jogo do APOEL encerra, especialmente assente numa estratégia capaz de explorar os de erros do adversário, o FC Porto entrou a cometê-los. Mas sem consequências graves num primeiro momento. Em menos de dez minutos, os Dragões transmitiram a sensação de poder dar ao encontro uma orientação única, mas a sugestão não resistiu ao único remate dos cipriotas à baliza de Helton, em toda a primeira parte.A vantagem portista, materializada aos 13 minutos, mas anunci ada por duas vezes nos segundos que precederam o livre de Hulk, indiciavam a suspeita de que o golo, com responsabilidade e autoria dividida pelo avançado brasileiro e pelo guarda-redes Chiotis, era o único elemento que faltava para provocar o reencontro entre o campeão português e as grandes exibições europeias.Mas, seis minutos depois, o jogo voltou à forma e à fórmula com que começara, numa condição imposta por Aílton, que rematou cruzado e sem defesa possível. No rescaldo do primeiro e único remate de toda a primeira parte enquadrado com a baliza, o APOEL podia recuperar a quase junção de “linhas”, extremamente recuadas, e as dificuldades de construção que daí resultavam para o opositor.Mesmo na procura persistente de espaços, o FC Porto dominava, mas não no género de assédio absoluto e assumido, até porque os cipriotas mantinham o modo de contra-ataque ligado, uma ameaça q ue manteve Helton em alerta até ao último instante, segurando o empate, que, só por si, já é castigo pesado.Do “massacre” final, que encostou o APOEL às cordas, resultou apenas a reacção do público em “bruás” frequentes, que misturavam prenúncio de golo e decepção a um pontapé violento de Hulk, a um cabeceamento do mesmo intérprete, aos centímetros e à fracção de segundo a que Kléber ficou da emenda perfeita num cruzamento de Varela ou ao remate de Defour, que tinha tudo para selar a vitória. Na selou, mas fica tudo em aberto, num percurso a acelerar já em Chipre, na quarta jornada do Grupo G.

FICHA DE JOGO

FC Porto-APOEL, 1-1

UEFA Champions League, Grupo G, terceira jornada 19 de Outubro de 2011

Estádio do Dragão, no Porto

Assistência: 32.512 espectadores

Árbitro: Antony Gautier (França)

Assistentes: Michael Annonier e Frédéric Cano

Quarto árbitro: Jean-Charles Cailleux

Assistentes adicionais:Olivier Thual e Ruddy Buquet

FC PORTO: Helton «cap.»; Sapunaru, Rolando, Otamendi e Alvaro; Fernando, Guarín e João Moutinho; Hulk, Kléber e James

Substituições: Fernando por Belluschi (69m), James por Varela (69m) e João Moutinho por Defour (79m)

Não utilizados: Bracalli, Djalma, Mangala e Souza

Treinador: Vítor Pereira

APOEL: Chiotis; Poursaitides, Oliveira, Kaká e Boaventura; Nuno Morais e Hélio Pinto; Charalambides «cap.», Trickovski e Manduca; Aílton

Substituições: Chiotis por Pardo (52m), Manduca por Jahic (72m), Trickovski por Adorno (90m+3)

Não utilizados: Solari, Belaid, Alexandrou e SolomouTreinador: Ivan Jovanovic

Ao intervalo: 1-1

Marcadores: Hulk (13m) e Aílton (19m)

Disciplina: cartão amarelo a Hélio Pinto (28m), Otamendi (29m), Kléber (45m+2), Trickovski (47m), James (54m), Sapunaru (73m), Alvaro (78m), Kaká (84m), Guarín (84m) e Hulk (90m+3)



ANDEBOL - Vitória do FC PORTO no Funchal

Spínola guia FC Porto à vitória na Madeira

O FC Porto Vitalis venceu esta quarta-feira no terreno do Madeira SAD, por 32-28, em encontro em atraso da oitava jornada do Andebol 1. O lateral direito Pedro Spínola esteve em destaque, ao apontar nove golos, numa partida em que os Dragões mostraram grande eficácia no ataque, especialmente na primeira linha (76 por cento). Os azuis e brancos já venciam por 18-16 ao intervalo.Para além de Spínola, destaque ainda para Tiago Rocha e Ricardo Moreira, cada um com seis golos. O cubano Daymaro Salina estreou-se na equipa azul e branca, enquanto que Dario Andrade regressou aos jogos, após lesão. Depois de superada a sempre difícil deslocação ao Funchal, o FC Porto regressa ao Dragão Caixa no sábado (18h00), para defrontar o Águas Santas, em mais uma jornada do Andebol 1.
O FC Porto Vitalis, comandado por Ljubomir Obradovic, alinhou e marcou da seguinte forma:
Hugo Laurentino (g.r.), Gilberto Duarte (4), Filipe Mota (4), Tiago Rocha (6), Ricardo Moreira (6), Pedro Spínola (9) e Hugo Santos (1). Jogaram ainda: Alfredo Quintana (g.r.), Daymaro Salina, Dario Andrade (1) e Nenad Malencic (1).

GUARIN



Tive muitas saudades da Champions"


Após cumprir dois jogos de castigo, devido à expulsão frente ao FC Barcelona, na Supertaça Europeia, Guarín está de volta à Champions. Depois de uma época na Europa League, que o FC Porto acabou por conquistar, o colombiano mostrou-se radiante por poder voltar à maior competição de clubes da Europa, que disputou em 2008/09 e 2009/10.O que representa este regresso à Champions?Sinto uma sensação de muita confiança por poder regressar a esta competição tão importante. Espero estar à altura e dar tudo o que for necessário ao grupo.O que sentiu por ver os jogos do lado de fora?Não foi bom, porque perdi ritmo e deixei a equipa. Independentemente das opções do treinador, gosto de estar sempre disponível. Mas estava tranquilo porque o grupo estava preparado para fazer o melhor possível, independentemente de quem estava indisponível.Sentiu saudades?Tive muitas saudades da Champions! Esta competição é muito importante e, depois de jogar na Europa League, voltar aqui é uma óptima sensação. O importante é estar com a cabeça no lugar e a 100 por cento.Foi bom voltar a estar com Falcao na selecção?Nós os dois e o James partilhámos e ganhámos muito. A nível pessoal, poder encontrar-me com ele no aeroporto e viajarmos juntos foi uma sensação diferente e boa.A sua presença na conferência de imprensa significa que vai ser titular?Penso que quem vem aqui é sempre titular... [risos]. Depende da decisão do técnico, mas estou sempre disponível.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

JOSÉ MONTEIRO (COSTURAS) 1933

José Monteiro (Costuras), nasceu no dia 23 de Outubro de 1913 em Sesimbra.Desconhece-se onde terá começado a jogar futebol e em que clube, o que se sabe é que na temporada de 1933/34, ingressou no Boavista F.C. tendo representado o clube do Bessa durante quatro épocas.Em 1937/38 chegou ao Futebol Clube do Porto e logo passou a ser um dos principais jogadores da equipa orientada por Mihaly Siska.Na temporada seguinte, ainda com a camisola dos Dragões, Costuras confirmou o que tinha mostrado na temporada anterior e ainda foi ele o melhor marcador do campeonato, com 18 golos marcados, ajudando o F.C. Porto a conquistar o primeiro campeonato da Primeira Divisão.Depois dessa temporada de 1938/39, Costuras deixou o F.C. Porto e tal como no início, não se conhece o caminho que levou a sua vida.Palmarés:1 Campeonato Nacional 1ª Divisão

SORTEIO PARA A TAÇA EHFO



Estrela Vermelha é o adversário na Taça EHFO


FC Porto Vitalis vai defrontar o RK Estrela Vermelha na terceira eliminatória da Taça EHF, ditou o sorteio realizado esta terça-feira na sede da instituição, em Viena. As duas mãos estão agendadas para 26 ou 27 de Novembro e 3 ou 4 de Dezembro. Os Dragões tiveram acesso directo a esta eliminatória depois de se classificarem no segundo lugar do seu grupo de apuramento para a Liga dos Campeões.Os sérvios do Estrela Vermelha ultrapassaram, na segunda eliminatória, os montenegrinos do HC Mojkovac. Foram por nove vezes campeões nacionais e somam cinco participações na fase de grupos da Liga dos Campeões. Nas últimas duas temporadas nas competições europeias, ficaram pelo caminho na terceira eliminatória da Taça EHF.O sorteio da próxima fase da prova, os oitavos-de-final, irá ter lugar a 6 de Dezembro, pelas 11h00

GUERRA E PAZ



O jornal "A Bola", por intermédio de Fernando Guerra, voltou a praticar um exercício de contorcionismo só possível a quem há muito deixou de ter coluna, para, mais uma vez, tentar criticar o FC Porto, julgando que isso nos enfraquece. Em causa estão duas coisas, o Dragão de Ouro atribuído pelo Conselho Cultural do nosso clube ao treinador de futebol André Villas-Boas e, no seu curto entender, o enfraquecimento que isso causa a Vítor Pereira, bem como, pasme-se, o facto de o FC Porto ter iniciado a partida da Taça de Portugal sem portugueses.Começando pelo princípio, é verdade que o FC Porto tinha muito por onde escolher para treinador do ano. Podia escolher, como escolheu, o treinador da equipa de futebol, mas também podia escolher o treinador da equipa de basquetebol, ou da equipa de andebol, ou da equipa de hóquei em patins, ou da natação. E é isso que dói ao Guerra, porque o clube em que participa em reuniões viu o FC Porto destruir-lhe os treinadores do ano no futebol, no andebol, no basquetebol e no hóquei em patins. E no futsal e no voleibol, modalidades que o FC Porto não tem, o Sporting e o Fonte Bastardo encarregaram-se disso...O FC Porto é um clube plural, de muitas e divergentes opiniões, e o Conselho Cultural é um órgão próprio, com a autonomia própria dos homens e mulheres que o constituem. Porém, relembramos aos Guerras deste mundo que o treinador premiado ganhou uma competição europeia (ai, que saudades das vitórias no salazarismo), uma Supertaça que estava ganha pelo adversário antes do jogo começar, uma Liga sem derrotas e com resultados digamos que razoáveis frente a quem o Guerra sabe, e uma Taça de Portugal que também já estava decidida até que ficaram sem pio e nem coragem tiveram de apagar a luz.Quanto a Vítor Pereira, pela forma como trabalha e que nós no FC Porto já conhecíamos, é um candidato a receber o prémio no próximo ano e isso é o que verdadeiramente preocupa Guerra.Finalmente, se o Guerra fosse um homem de paz antes de atirar a pedra por causa de termos iniciado um jogo uma vez, numa eliminatória da Taça, contra uma honrada equipa da III Divisão, sem portugueses, teria primeiro dito quantas vezes a equipa dele começa jogos sem portugueses. Isso é que seria sério, mas sabe lá o Guerra o que isso é. Não é que o assunto seja importante, porque o FC Porto rejeita esta ideia xenófoba e reaccionária de distinguir os jogadores de futebol ou seja quem for pelo sítio onde nascem.Definitivamente, há vozes que por muito que tentem nunca hão-de chegar ao céu.PS: Informação adicional e gratuita, o Guerra só conhece os regulamentos do seu próprio clube e não sabe que mais vale estar calado do que mostrar ignorância. José Mourinho não podia receber o Dragão de Ouro em 2004 porque tinha recebido o de 2003 e o regulamento de então não o permitia. Isso não impede que, nesta casa sempre grata a quem connosco é sério e profissional, José Mourinho seja considerado um dos treinadores mais importantes da nossa história e reconhecido pelos portistas como um dos maiores de sempre.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

ESTREIA DO JOGADOR MAIS NOVO DO FCP

KADU

Kadu, 16 anos: o mais jovem de sempre no F.C. Porto
O jovem angolano foi suplente utilizado na deslocação ao reduto do Pêro Pinheiro, na 3ª eliminatória da Taça.
Kadu, guarda-redes de 16 anos, acaba de tornar-se o atleta mais jovem a vestir a camisola do F.C. Porto em jogos oficiais. O jovem angolano foi suplente utilizado na deslocação ao reduto do Pêro Pinheiro, na 3ª eliminatória da Taça de Portugal (0-8).Aldo Geraldo Manuel Monteiro, vulgo Kadu, completa 17 anos a 30 de Novembro. Bateu, como tal, a marca estabelecida por Sérgio Oliveira a 18 de Outubro de 2009. Na altura, o médio tinha 17 anos, quatro meses e quinze dias.O Bibota Fernando Gomes completa o pódio. 17 anos, quatro meses e quinze dias. O antigo capitão do F.C. Porto estreou-se a 8 de Setembro de 1974 quando tinha apenas 17 anos, nove meses e 26 dias, num jogo em que os azuis e brancos bateram a CUF por 2-1.Kadu chegou ao F.C. Porto em 2009, oriundo do Belenenses. Cresceu no Município de Samba, Luanda, Angola. Com 13 anos, rumou a Portugal para prosseguir os estudos e encontrar o seu espaço no futebol.O guarda-redes esteve meio ano no Belenenses, foi cobiçado por vários emblemas mas acabou por rumar ao clube portista, por intermédio do empresário Luís Alves. Aos 14 anos, já treinava ocasionalmente com o plantel principal, enquanto defendia a baliza dos juvenis.Entretanto, foi até chamado aos trabalhos da selecção de Angola. Um miúdo entre os grandes. Aposta crescente dos responsáveis do F.C. Porto, Kadu passou a terceiro guarda-redes no início da presente temporada. Esta tarde, 15 de Outubro de 2011, entrou na história do emblema azul e branco. «Estive no Belenenses 6 meses, no máximo. Durante esse tempo tive convites do Manchester United, Inter de Milão, Benfica e Sporting mas acabei por rejeitá-los a todos. Não quis ir para fora por causa da família. Quanto ao Benfica e Sporting, pelo simples motivo do F.C. Porto ser o meu clube do coração. Sempre foi meu sonho representar o Porto», contou Kadu, numa recente entrevista publicada pelo projecto Imbondeiro.com.

Nesta foto: no chão CARLOS GOMES, na disputa da bola ARMANDO BARROS do Sporting e JOSÉ MARIA PEDROTO dom FC Porto



AGENDA 17-23 OUTUBRO 2011




Clubes da Cidade do Porto





RESULTADOS



divisão de honra



Nogueirense - Salgueiros 08 (1-1)


Classificaçã0: 1º Salgueiros 08 6 jogos 16 pontos





1ª Divisão



FC da Foz - AD Marco (2-0)

Cerco do Porto - UD Valonguense (1-1)

Classificação 5º FC Foz 6 jogos 11 pontos

Cerco do Porto 6 jogos 4 pontos

domingo, 16 de outubro de 2011

BASQUETEBOL



Campeonato Nacional

1ª Jornada


FC do Porto - Asso. Académica de Coimbra 95 - 76

ANTÓNIO LIVRAMENTO



Hoje temos de realçar a nossa vitória na Super - Taça de Hoquei em Patins a vencer a Oliveirense por 4 - 1. O trofeu tem muito justamente o nome de António Livramenro, um dos melhores ou mesmo o melhor Hoquista não só de Portugal como de todo o Mundo.Nunca envergou a camisola do F.C. do Porto, mas era o nosso treinador quando partiu, talvez para ensinar a jogar hoquei noutro local bem melhor do que este onde vivemos.Obrigado Livramento. É mundialmente considerado um dos melhores jogadores de hóquei em patins de todos os tempos. António Livramento tentou uma carreira no futebol, mas foi o hóquei que o tornou famoso. A vitória foi companheira constante da sua carreira desportiva. Como jogador, venceu três campeonatos do mundo e sete europeus. Como seleccionador nacional, conquistou três europeus e um mundial. António Livramento foi decisivo na transformação de Portugal em potência mundial do hóquei em patins. A sua morte prematura foi uma perda irreparável para o desporto nacional.Estamos em pleno mundial de hóquei em patins de 1962. Um jogador português sai com a bola junto à sua baliza, finta todos os adversários, com a bola perfeitamente controlada na ponta do "stick", e marca golo. Eis uma jogada típica de António Livramento, atleta que resolvia os jogos com um toque de génio. António José Parreira do Livramento nasceu em 28 de Fevereiro de 1944. Em miúdo, sonhava ser futebolista. Não era mais do que um jogador mediano. O sonho acabou depressa. Seguindo um palpite, Torcato Ferreira, técnico do Benfica, desafiou o jovem a experimentar o hóquei. No início recusou, mas acabou por ceder. Para sua surpresa, descobriu que era realmente bom. Com 16 anos entrou no Benfica e foi convocado para a selecção nacional. Estreou-se no Campeonato da Europa de Juniores da Bélgica. Ganhou o campeonato e foi eleito o melhor jogador, tendo sido o melhor marcador do torneio. A partir de 1961, passou a representar a selecção principal. O balanço da sua passagem pela equipa A é extraordinário: sete campeonatos europeus e três mundiais. António Livramento era a grande estrela do hóquei em patins. A nível de clubes, as coisas corriam-lhe igualmente de feição. Enquanto esteve no Benfica, ganhou por sete vezes o campeonato nacional. No estrangeiro, as suas exibições não passaram despercebidas. Foi contratado pelo Candi Monza, clube italiano, mas ficou apenas um ano. Acabou por regressar ao Benfica. Pormenor essencial: António Livramento não era jogador a tempo inteiro. Para ganhar a vida, trabalhava no Banco Pinto & Sotto Mayor, numa época em que o desporto amador era mesmo amador. Em 1977, assinou contrato com o Sporting. Para além do campeonato nacional, venceu a Taça dos Campeões Europeus. Esta era uma equipa fabulosa. Para além de Livramento, contava com jogadores como Ramalhete, Rendeiro, Sobrinho e Xana. Estes eram as cinco pedras basilares da selecção nacional. Na década de 80 deu-se início a uma nova etapa na vida de Livramento: a de treinador. Começou no Sporting, onde conquistou a Taça das Taças. Para além do clube de Alvalade, dirigiu uma equipa italiana e o hóquei do Futebol Clube do Porto. Era um treinador rigoroso e disciplinado. A sua estratégia, aliada à técnica dos jogadores portugueses, tornava as suas equipas imbatíveis. Conquistou doismundiais e três campeonatos da Europa. Mas a sua senda vitoriosa foi interrompida por uma trombose fatal. A morte prematura, em 5 de Junho de 1999, não impediu que ficasse na história como o campeão que dominou durante anos os ringues mundiais. Cristiano Pereira, ex-treinador do Futebol Clube Porto, define-o na perfeição: "Era um artista."



FERNANDO GOMES - 1973

Fernando Mendes Soares Gomes
Nasceu a 22/11/1956 e foi um dos maiores avançados de sempre do conjunto azul e branco, tendo ainda jogado em Espanha no Sporting de Gijón, e jogado também no Sporting. No Futebol Clube do Porto foi campeão nacional por cinco vezes, ganhou uma Taça dos Campeões Europeus, uma Supertaça Europeia, uma Taça Intercontinental e três Taças de Portugal.Estreou-se no Futebol Clube do Porto aos 17 anos num jogo frente à Cuf, em que o estádio estava a abarrotar marcando dois golos, dando a vitória ao Porto por 2-1. Foi a partir daí que os portistas começaram a conhecer o mítico Fernando Gomes.Jogador elegante, de fino toque, com velocidade, bom no jogo aéreo conseguindo executar movimentos rápidos em curtíssimos espaços de terreno antecipando-se quase sempre aos defesas adversários. Fernando Gomes possuía ainda uma técnica apurada e isso fazia dele um perigo acrescido pois apostava muito nos lances construídos de trás para a frente, trocando a bola com os companheiros, para depois, surgir solto no local exacto para finalizar. Líder por natureza dentro e fora do campo, tornou-se numa figura carismática e um dos grandes responsáveis pelo renascimento de um FC Porto que há duas décadas andava arredado do título de campeão nacional. Marcou 318 golos no campeonato português, 288 dos quais pelo F.C.Porto, sendo o maior goleador de sempre e uma das mais populares figuras deste clube. Ganhou seis vezes o troféu de melhor marcador nacional e foi por duas vezes o melhor marcador europeu, pelo que é conhecido como o Bi-Bota de Ouro. É sua a famosa frase: «Marcar um golo é como ter um orgasmo.»A má experiência no Sporting de Gijón, marcada por uma lesão grave, e a fractura sofrida nas vésperas de jogar a final da Taça dos Campeões Europeus em 1987 que o FC Porto venceu, seriam dos momentos mais tristes de uma carreira sempre vivida no centro da alegria do golo. A sua saída do clube, empurrado pelo treinador Tomislav Ivic, que chegou a dá-lo como acabado para o futebol, também teve profundo sabor a injustiça. Mas Fernando Gomes era um guerreiro tendo ainda feito duas épocas no Sporting, marcando mais de 30 golos.A sua carreira na Selecção Nacional foi longa, estreando-se em 1975, numa fase de grande renovação da equipa das quinas, mas estranhamente muito menos proveitosa do que nos clubes por onde passou. Apenas 13 golos em 48 jogos dão uma pálida imagem da sua importância na realidade do conjunto das quinas. Na verdade, Fernando Gomes esteve presente em grandes momentos da Selecção Nacional e foi fantástico em jogos decisivos como, por exemplo, no célebre Portugal-URSS de Novembro de 1983, que garantiu aos portugueses o acesso à fase final do Euro 84. Em França, devido à excelente forma de Jordão, teve poucas oportunidades para se mostrar e actuou apenas em 3 partidas. No México, dois anos depois, marcou presença na fase final de um Mundial, jogando nos três encontros disputados por Portugal. Em ambas as ocasiões, os golos, os seus melhores amigos, viraram-lhe as costas.Depois de abandonar o futebol, Fernando Gomes abdicou por completo do desporto rei, tendo o seu nome já sido ventilado para orientar a selecção nacional no tempo em que para lá foi Humberto Coelho.Era bom, que este homem que tantas alegrias deu a todos os portistas pudesse voltar para esta casa pois o seu contributo por muito simples que fosse de certeza que iria melhorar em muito o clube do nosso coração

BASQUETEBOL



SENINHO 1969



Arsénio Rodrigues Jardim (Seninho),

Nasceu no dia 1 de Julho de 1949 em Sá da Bandeira, Angola.Ingressou no Futebol Clube do Porto em 1969, no entanto regressou a Angola no ano de 1972 para cumprir Serviço Militar. Enquanto esteve em terras angolanas, Seninho jogou no Coqueiros e no Moxico, onde se sagrou Campeão de Angola em 1973.

Em 1974 voltou a Portugal e ao F.C. Porto. Venceu a Taça de Portugal em 1976/77, e o Campeonato de 1977/78, conquistado 19 anos depois do último título portista. Na temporada seguinte contribuiu com 5 golos para a revalidação do campeonato. Mas foi na Taça dos Vencedores das Taças que Seninho brilhou e ainda hoje é recordado por muitos adeptos. Em causa estava a segunda eliminatória contra o já poderoso Manchester United F.C. No jogo da primeira-mão, realizado no dia 19 de Outubro de 1977, o estádio das Antas assistiu a uma das mais brilhantes exibições dos Dragões, com o resultado final a ser uma vitória por 4-0 sobre os ingleses. Na segunda-mão em Old Trafford os ingleses dominaram por completo e marcaram 5 golos, mas não chegaram para seguir em frente porque Seninho com a sua velocidade marcou por duas vezes e colocou o F.C. Porto na eliminatória seguinte. Nas bancadas estavam dois técnicos do N.Y. Cosmos dos Estados Unidos com o objectivo de observar a maior estrela dos portistas na altura, que era António Oliveira. Mas acabaram por ficar fascinados com Seninho que contrataram por 20 mil contos.

No N.Y. Cosmos, Seninho permaneceu durante cinco anos. Em 1983 transferiu-se para o Chicago Sting para jogar mais dois anos e onde terminou a sua carreira em 1984.

SUPER TAÇA António Livranento





O FC Porto conquistou hoje a sua 18.ª Supertaça de hóquei em patins, ao derrotar a Oliveirense por 4-1, partida realizada em Ponte de Lima.


Superioridade total dos dragões, agora comandados por Tó Neves, que ao intervalo já venciam por 3-0. Ricardo Oliveira, com dois golos, Pedro Gil e Reinaldo Ventura marcaram os golos do FC Porto, enquanto Tó Silva fez o tento de honra da equipa de Oliveira de Azeméis.