sábado, 12 de novembro de 2011

BASQUETEBOL - FC do PORTO vs Ovarense 77-70


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Johnson suavizou os contrastes


Três jogos, três vitórias. A mais recente (77-70), conseguida no regresso ao Dragão, fez-se de contrastes profundos, com a partida a oscilar entre os extremos estabelecidos pelo primeiro e o terceiro períodos. Ao fim de um, o vencedor parecia encontrado, ao início do outro, a Ovarense reentrava no jogo, que teve no estreante Rob Johnson o MVP. Com uma entrada absolutamente exemplar em todos os movimentos defensivos, o FC Porto Ferpinta transmitiu a sensação de querer encerrar a disputa em 10 minutos, permitindo apenas a soma de dois pontos ao adversário ao longo de todo o primeiro período, fase do encontro em que Moncho López utilizou 11 de 12 jogadores disponíveis (João Soares, a recuperar de uma fractura na mão direita, acabaria por ser poupado). A distância, que então se cifrava em 14 pontos, continuou a crescer nos instantes iniciais do segundo período, mas só até atingir os 19 pontos (23-4), numa tendência que sofreria uma quebra progressiva, ao ponto de registar a expressão mínima (43-42) na fase final do terceiro período, prontamente explicada pelo técnico espanhol na sala de imprensa. “Revelámos várias quebras ao longo do jogo, que não são completamente alheias ao facto de termos estados duas semanas sem competir. A determinada altura, perdemos rigor, intensidade e concentração”.Mas a capacidade de reacção portista ficou claramente expressa no desempenho do último quarto, do qual sobressaiu a competência anotadora de Rob Johnson, Greg Stempin e Miguel Miranda, responsáveis pela obtenção de 20 dos 27 pontos somados pela equipa no quarto decisivo. O primeiro, em jogo de estreia na Liga, foi, inclusive, o MVP da partida, com 16 pontos, 3 ressaltos e uma eficácia absoluta na linha de lances livres (8 em 8), num comportamento invulgar e invejável para um poste.No final do encontro, depois de devidamente sublinhadas as oscilações do desempenho colectivo, Moncho López lembrou que o campeão nacional tinha acabado de manter, apesar da ameaça, “a invencibilidade no Dragão Caixa”, vencendo “um dos adversários mais fortes e mais difíceis de ultrapassar”, num jogo que “se previa que fosse um dos melhores do ano”.


FICHA DE JOGO Campeonato da Liga, 5.ª jornada 12 de Novembro de 2011


Dragão Caixa, no Porto


Assistência: 1.001 espectadores


Árbitro principal: Fernando Rocha Árbitros assistentes: Paulo Marques e Jorge Cabral


FC PORTO FERPINTA (77): Reggie Jackson (3), Diogo Correira (2), Carlos Andrade (5), Miguel Miranda (11) e Greg Stempin (18); Miguel Maria (5), Rob Johnson (16), João Santos (5), José Costa (4), David Gomes (0), Nuno Marçal (3)


Treinador: Moncho López


OVARENSE (70): Nuno Manarte (0), Cristóvão Cordeiro (4), Fernando Neves (17), Austen Powers (18) e Cristopher Lee (11); José Barbosa (12), André Pinto (4), Nuno Morais (0), Mário Gonçalves (4), Nuno Cortez (0)


Treinador: Mário LeiteAo


intervalo: 34-21


Por períodos: 16-2, 18-19, 16-25 e 27-24



Resultados:


V. Guimarães - Benfica, 60-93 Académica - Barcelos, 79-56 Sampaense - Ginásio, 76-49 Lusitânia - TerceiraBasket, 90-87 FC Porto - Ovarense, 77-70


Domingo CAB Madeira -- Barreirense, 17:00


Classificação: 1. Benfica 5 jogos/ 10 pontos


2. Sampaense 5/ 7


3. V. Guimarães 5/ 7


4. FC Porto 3/ 6


5. Lusitânia 3/ 6


6. CAB Madeira 4/ 6


7. Barreirense 4/ 6


8. Académica 5/ 6


9. Barcelos 5/ 6


10. Ovarense 3/ 5


11. TerceiraBasket 3/ 5


12. Ginásio 5/ 5

ANDEBOL FC do Porto vs AC Fafe 43 - 18


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Dragões não deram hipótese ao Fafe


Num jogo em que partia como claro favorito, o FC Porto Vitalis não facilitou e “cilindrou” o Fafe por 43-18. Num encontro em que todos os jogadores de campo azuis e brancos marcaram, Ricardo Moreira foi o goleador de serviço, com sete tentos. O ritmo do Andebol 1 não abranda e, já na quarta-feira, o FC Porto defronta o ABC.Desde que, aos 3 minutos, num contra-ataque, Dario Andrade fez o 2-1, os azuis e brancos não mais perderam a liderança do marcador. Aos 19 minutos, o resultado era de 13-8, mas um parcial demolidor dos Dragões (9-0) resolveu em definitivo a partida.Na segunda parte, registaram-se ainda parciais de 5-0 e 9-0, que permitiram um avolumar da vantagem. Alguns jogadores menos utilizados do FC Porto, como Vasco Santos, Sérgio Rola e Hugo Santos tiveram oportunidade de somar vários minutos em campo. Sublinhe-se a eficácia dos Dragões no contra-ataque: 83 por centro, em resultado de 19 golos marcados em 23 tentativas.Destaque-se ainda a prestação do cubano Daymaro Salina (bravo a defender e eficaz a atacar, averbando três golos) e os regressos de Wilson Davyes à competição e de Dario Andrade ao sete inicial, após lesões. Cumprido o castigo federativo, o treinador Obradovic retomou o seu lugar no banco. Na sala de imprensa, o técnico analisou a prestação do FC Porto: “Gostei de ambas as partes e principalmente do facto de ter usado todos os jogadores. Entrámos determinados e mostrámos uma grande atitude ao longo de todo o jogo. Na quarta-feira temos jogo com o ABC, num final de mês que se avizinha duro, mas é para isso que trabalhámos. Este encontro foi bom para preparamos uma das fases mais difíceis da época”.


FICHA DE JOGO


FC Porto Vitalis-Fafe, 43-18


Andebol 1, primeira fase, 11.ª jornada 12 de Novembro de 2011


Dragão Caixa, no Porto


Assistência: 611 espectadores


Árbitros: Pedro Fontes e José Bessa


FC PORTO VITALIS: Hugo Laurentino (g.r.), Filipe Mota (3), Dario Andrade (3), Ricardo Moreira «cap.» (7), Daymaro Salina (3), Tiago Rocha (3) e Gilberto Duarte (5)


Jogaram ainda: Alfredo Quintana (g.r.), Vasco Santos (2), Pedro Spínola (6), Sérgio Rola (1), Wilson Davyes (1), Hugo Santos (4) e Nenad Melancic (5)


Treinador: Ljubomir Obradovic


FAFE: Luís Ferreira (g.r.), Bruno Silva, Luís Nunes (1), João Castilho, César Gonçalves (1); Pedro Peneda (1) e João Ferreira (3) Jogaram ainda: Pedro Sousa (g.r.), João Teixeira (1), José Freitas (1), Cláudio Mota (6), Vladimiro Pires (2), João Costa (1), João Castilho e Domingos Teixeira (1)


Treinador: Óscar Freitas


Ao intervalo: 21- 8

HOQUEI PATINS



FC Porto goleia em Riba d'Ave


O FC Porto somou a quarta vitória em outros tantos jogos no campeonato nacional de hóquei em patins, ao golear em Riba d'Ave por 9-1.

Os números não deixam margem para dúvidas e o FC Porto assinou mais uma exibição autoritária, tendo goleado o Riba d'Ave, num jogo que ficou decidido logo na primeira parte, com o adversário a não resistir ao ritmo elevadíssimo importo pelos decacampeões nacionais.

Com quatro jornadas disputadas, o FC Porto, 100% vitorioso, lidera a classificação.

Jogaram e marcaram pelo FC Porto: Edo Bosch (gr), Pedro Moreira (1), Reinaldo Ventura, Caio (1) e Pedro Gil (2); Nélson Filipe (gr), Filipe Santos (1), Gonçalo Suíssas (2), Nélson Pereira (1) e Tiago Santos

BASQUETEBOL






FC do PORTO vs Ovarense 77-70

HOQUEI PATINS





Riba D'Ave vs FC Porto 1-9

ANDEBOL





FC do PORTO VS AC FAFE 43 -18



quinta-feira, 10 de novembro de 2011



Circuito fechado


A Confederação do Desporto de Portugal realizou a sua gala anual esta semana no Casino Estoril. Para além de uma série de desportistas premiados pelos seus desempenhos no último ano desportivo, entenderam os responsáveis atribuírem o prémio Alto Prestígio ao Benfica e ao Sporting.Estas distinções valem sempre o que valem, mas não deixa de ser surpreendente e estranho que os responsáveis pela Confederação tenham distinguido dois grandes clubes de Lisboa e tenham esquecido, por exemplo, os finalistas da última Liga Europa, FC Porto e Braga, os dois clubes que nos últimos anos mais têm feito pela imagem internacional de Portugal.Pela primeira vez dois clubes portugueses disputaram uma final europeia, pela quarta vez nos últimos oito anos uma equipa portuguesa venceu um troféu internacional – e só para recordar o quão difícil é vencer competições internacionais basta recordar que os agora distinguidos venceram troféus internacionais há 47 anos (Sporting) e 49 anos (Benfica) – mas os senhores da Confederação do Desporto de Portugal decidiram homenagear esses emblemas com o prémio Alto Prestígio.Desconhecem-se os critérios de tais escolhas, necessariamente muito criativos, mas para os mais desatentos convirá também recordar que caso queiram retirar o futebol e concentrar a argumentação nas chamadas modalidades, o FC Porto venceu todas e até tem uma equipa (hóquei em patins) que há dez anos consecutivos conquista o campeonato nacional, mas isso ainda deve estar no “quase prestígio”, longe de atingir o épico “alto prestígio”...É este funcionamento em circuito fechado, alheado da realidade, que o FC Porto continuará sempre a denunciar e a combater. Para ao menos no Desporto o país ser realmente do Minho ao Algarve, sem esquecer as regiões autónomas.

domingo, 6 de novembro de 2011

FORMAÇÃO

Juniores C

Já têm 14 pontos de vantagem sobre o segundo

Feirense - F C Porto 0-2


A equipa Sub15 do FC Porto somou a 11.a vitória em 11 jornadas da primeira fase do "Nacional" de Juniores C, ao derrotar, este domingo, o Feirense, por 2-0, no relvado sintético da formação de Santa Maria da Feira.José Pedro e Luís Mata apontaram, ainda na primeira parte (aos 11 e aos 13 minutos), os dois golos da partida, que permitiram à equipa orientada por António Folha ampliar para 14 pontos a vantagem sobre o segundo classificado, que é agora o Paços de Ferreira, com 19.

Juniores B

Goleiam Sanjoanense

Sanjoanense -FC Porto o-4

A equipa Sub17 do FC Porto venceu este domingo no terreno da Sanjoanense por 4-0. Os golos foram apontados por Vítor (33m), Raul (46m), Ivo (58m) e Tomás (76m). A formação orientada por Nuno Capucho mantém-se na frente da série B do campeonato nacional, a par do Boavista, com 28 pontos.O FC Porto alinhou com João Costa, Marcelo, André Ribeiro, Tomás Podstawski «cap.», Luís Rafael, Vítor, Raul, Belinha (Nuno Santos, 67m), André Silva (Francisco Ramos, 48m), Graça (Francisco Costa, 48m) e Ivo.

OLHANENSE - FC PORTO



O FC Porto não foi além do empate (0-0) no terreno do Olhanense.


Os “dragões” cederam a terceira igualdade em dez jornadas e podem ser ultrapassados na liderança do campeonato pelo Benfica.

A exibição portista não foi boa e o treinador Vítor Pereira até viu Hulk desperdiçar uma grande penalidade.

Nestes tempos de planos de resgate e moções de confiança, Vítor Pereira não conseguiu fazer como o primeiro-ministro grego Georgios Papandreou. Este obteve a confiança do Parlamento de Atenas e negoceia um governo de unidade. O técnico do FC Porto voltou a ver a equipa fazer uma exibição cinzenta e perdeu margem de manobra, após a derrota (1-2) em Nicósia, diante do APOEL.

O técnico portista fez duas alterações na equipa, relativamente ao jogo anterior: sem Fucile nem Sapunaru, adaptou Maicon ao lado direito da defesa. No ataque, James Rodríguez regressou à titularidade, relegando Varela para o banco de suplentes.

Durante a semana, na antevisão da partida, o técnico “azul e branco” tinha sublinhado a união da equipa e o empenho em realizar uma boa exibição. “Queremos ser FC Porto, mas ser FC Porto no carácter, na entrega e na qualidade”, afirmou o técnico, de cara fechada e discurso crispado. “Estamos a lutar contra muita coisa, muita gente que nos quer mal pelo que ganhámos”, acrescentou Vítor Pereira, o retrato de um homem acossado. Mas não era contra um inimigo exterior que o FC Porto tinha de combater e isso ficou patente logo no início do jogo, em Olhão. Sem que tivessem ainda feito qualquer coisa por isso, os “dragões” tiveram uma oportunidade flagrante de golo: com apenas dois minutos, o árbitro João Capela assinalou penálti por falta de Maurício sobre Kléber. Na cobrança, Hulk viu Fabiano brilhar duas vezes. Primeiro com a mão e depois com o pé, o guarda-redes dos algarvios evitou a vantagem portista.O FC Porto começou a definhar. Diante de uma equipa muito compacta e aguerrida, os “dragões” tiveram muitas dificuldades em encontrar espaços. Mostraram poucas ideias e sucederam-se os passes errados, as bolas para fora e os cortes desnecessários para canto. Bem na defesa, o Olhanense mostrava-se pouco esclarecido quando saía para o ataque, com Wilson Eduardo sozinho contra a defesa adversária.Após uma primeira parte quase sem história, o FC Porto pareceu regressar melhor no segundo tempo, com Hulk (48’) e Mangala (50’) a desperdiçarem boas oportunidades. Aos 53’ o defesa francês chegou a introduzir a bola na baliza do Olhanense, mas o jogo já tinha sido interrompido por falta sobre Fabiano.O tempo passava e o jogo do FC Porto não convencia. Vítor Pereira trocou Kléber por Walter, e mais tarde retirou Fernando e Belluschi para colocar em campo Guarín e Defour. Nada deu resultado. E até foram os algarvios a estar perto do golo: Wilson Eduardo (62’ e 78’) teve o golo nos pés, mas perdeu no duelo com Helton.Antes do final, ainda ficou por marcar uma grande penalidade favorável aos portistas, por falta sobre Hulk. Mas a exibição estava a ser tão desinspirada que nem houve muitos protestos. O FC Porto empatou em Olhão, o que não acontecia desde 1963-64, e deixou a liderança do campeonato à mercê do Benfica. POSITIVO Fabiano Ainda nem sequer tinham passado cinco minutos e já o guarda-redes brasileiro somava duas grandes intervenções. Diante de Hulk, defendeu um penálti e ainda impediu a recarga. Pregou alguns sustos aos adeptos, mas foi importante para segurar o empate. Olhanense Muito solidária e aguerrida, a equipa de Daúto Faquirá deixou a pele em campo e mereceu o empate. Maurício, Mexer, Ismaily, Nuno Piloto, Fernando Alexandre e Wilson Eduardo foram algumas das boas exibições nos algarvios.

NEGATIVO FC Porto Vítor Pereira tinha prometido uma equipa “à FC Porto na entrega e na qualidade”, mas não foi isso que se viu em Olhão. Os “dragões” sentiram dificuldades e não mostraram ideias para chegar à vitória. Podem-se queixar da sorte, no penálti desperdiçado por Hulk, mas a sorte também se constrói.

Ficha de jogo

Olhanense - FC Porto

Jogo no Estádio José Arcanjo, em Olhão.

Assistência Cerca de 3.275

Alexandre, Cauê, Nuno Piloto, Salvador Agra (Figueroa, 90’+2’), Wilson Eduardo (Ivanildo, 81’) e Mateus (Rui Duarte, 68’).

Treinador Daúto Faquirá.

FC Porto

Helton, Maicon, Rolando, Mangala, Álvaro Pereira, Fernando (Guarín, 72’), Belluschi (Defour, 72’), João Moutinho, Hulk, Kléber (Walter, 59’) e James Rodríguez.

Treinador Vítor Pereira.

Árbitro João Capela, de Lisboa.

Amarelos Maurício (3’), Fernando (31’), Rolando (33’), João Moutinho (57’), Salvador Agra (58’) e Cauê (90’+1’).



VALDEMAR MOTA 1920-30

Waldemar Mota da Fonseca

Nasceu no dia 18 de Março de 1906.

Foi médio/extremo direito de elevada qualidade que representou o Futebol Clube do Porto nas décadas de 20 e 30.

Foi o primeiro atleta do F.C. Porto a participar nos Jogos Olímpicos, nomeadamente os Jogo Olímpicos de Amesterdão de 1928, em representação de Portugal e marcou o primeiro golo da Selecção contra o Chile nessa competição.

Vestiu a camisola da Selecção Nacional por 21 vezes e em uma dessas vezes marcou 3 golos contra a Selecção de Itália, um jogo que Portugal venceu por 4-1.

No Futebol Clube do Porto desde os iniciados, Valdemar Mota já como sénior, fez parte da equipa treinada por Joseph Szabo que durante as épocas de: 1927/28 e 1934/35, venceu 1 Campeonato da Liga, 1 Campeonato de Portugal e 8 Campeonatos do Porto.Formou juntamente com Pinga e Acácio Mesquita o célebre meio-campo do equipa portista que ficou apelidado de “os três diabos do meio-dia” depois do F.C. Porto ter vencido em alturas do natal de 1933 o First de Viena e uma Selecção da Budapeste, jogos que foram realizados por volta do meio-dia.

Depois de abandonar o futebol, Valdemar Mota ficou ligado ao comércio. Possuía uma mercearia fina que tinha clientela seleccionada, o estabelecimento ficava próxima da entrada do Mercado do Bolhão e era frequentada pela burguesia da cidade do Porto.

Faleceu em Abril de 1966. Encontra-se sepultado no mausoléu do Futebol Clube do Porto no cemitério de Agramonte.

Palmarés

1 Campeonato de Portugal

1 Campeonato da 1ª Divisão (Portugal)

8 Campeonatos do Porto