sábado, 11 de fevereiro de 2012

MODALIDADES Resultados de hoje 11-2-2012

ANDEBOL

FC do Porto - Sait Rafhael (França) 28 26
jogo a contar para os 1/8 de final 1ª mão. taça Europeia

BASQUETEBOL

Ovarense -FC Porto 63 - 72
Jogo a contar par o Campeonato Nacional

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Não abadones o teu cão - é crime



Mau Jornalismo ou Anti Portismo

MAU JORNALISMO

"FIFA e UEFA desmentem investigação à contratação de Walter pelo FC Porto". O título da notícia da Agência Lusa, de hoje mesmo, é suficientemente esclarecedor e vem pôr fim a uma série de maus exemplos do tratamento da matéria noticiosa e que teve um lamentável expoente através do jornalista Paulo Garcia, no programa Dia Seguinte, da SIC Notícias de segunda-feira.Esquecendo os mais elementares princípios da verificação das notícias, Paulo Garcia resolveu induzir os telespectadores de que a UEFA estava a investigar o FC Porto, acrescentando depois que o FC Porto trabalhará com "fundos ilícitos".Mentira, tudo mentira, como qualquer jornalista que preze a verdade facilmente descobriria. Bastaria questionar o FC Porto, ou, em alternativa, ligar para a UEFA, ou para a FIFA, que é quem supervisiona as transferências de jogadores. Paulo Garcia não fez o trabalho de casa e do alto do púlpito que é um canal de televisão preferiu acusar o FC Porto sem qualquer fundamento.Para não deixar dúvidas a ninguém, o FC Porto nunca foi questionado por quem quer que seja relativamente à transferência de Walter ou de qualquer outro jogador.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

TAÇA DA LIGA -FC do Porto vs V. Setubal 2-0



Um Lucho, dois luxos


Assim, como num sonho perfeito, Lucho e Janko fizeram o resultado (2-0). O primeiro num instante de génio, o segundo num momento de oportunidade confirmaram “apenas” tudo o que se esperava deles. Na estreia de ambos, o FC Porto não ganhou só o direito de jogar as meias-finais da Taça da Liga, deixando para trás o Setúbal. Ganhou também poder de fogo. Sonhar assim não é para todos. É um luxo.Entrada com tudo. E com todos. Em menos de cinco minutos, o Vitória estava cercado, no primeiro sinal de que a derrota se comporia adiante e não muito mais tarde. O golo andava por perto. Na cabeça de Janko, no cruzamento de Danilo, na velocidade de Varela ou nas duas grandes penalidade que passaram em claro. Do ritmo e da intensidade com que as ameaças eram formuladas tratavam Lucho e Moutinho. Quem viu quase podia jurar que aquela não era a primeira vez que jogavam juntos.De tão simples e ritmado pela variante do primeiro toque, a fluidez do ataque portista chegou a parecer fácil e espontânea, numa sugestão reforçada pelo envolvimento frequente de Danilo no momento ofensivo, com a vantagem acrescida de levar com ele a liberdade de Varela. Aproveitando-a, o extremo acabou por estar na génese do primeiro golo, sem que para isso tenha somado qualquer assistência. Bastou-lhe pressionar e insistir num lance aparentemente perdido para o talento de Lucho fazer o resto. Com classe, de primeira, com o pé esquerdo, de fora da área, ao ângulo superior mais distante. Sem defesa.Aos 23 minutos, num instante de génio e de óbvio tributo às bancadas, tudo se tornou mais claro para o campeão. Na perspectiva inversa, tudo se complicou para o vencedor da primeira edição da Taça da Liga. Ainda assim, e apesar do prenúncio repetido, foi preciso aguardar mais 34 minutos para ver o segundo golo, que fechou as contas da qualificação para as meias-finais.Se a autoria e a execução do primeiro golo tivera algo de decalcado de um sonho perfeito, o segundo completou o quadro irrepreensível, permitindo até que a realidade superasse a própria fantasia. Janko, o outro reforço de Inverno, fez, de pé esquerdo e assistido por James, o 2-0, que selou a vitória e reforçou as certezas sobre a qualidade da investida portista no mercado. E com tudo isso, garantiram também a vitória no Grupo D.

Ficha de jogo:

FC Porto-Vitória de Setúbal, 2-0

Taça da Liga, Grupo D, 3.ª jornada 5 de Fevereiro de 2012

Estádio do Dragão, no Porto

Assistência: 27.303 espectadores

Árbitro: Vasco Santos (Porto)Árbitros assistentes: Paulo Vieira e Tomás Santos

Quarto Árbitro: António Moreira

FC PORTO: Bracali; Danilo, Maicon, Mangala e Alex Sandro; Fernando, Lucho e João Moutinho (cap.); Varela, Janko e Rodríguez

Substituições: Fernando por Defour (36m), Rodríguez por James (63m)) e Alex Sandro por Alvaro (63m)

Não utilizados: Kadú, Kléber, Sapunaru e Iturbe

Treinador: Vítor Pereira

V. SETÚBAL: Matos; Ney, Ricardo Silva (cap.), Igor e Miguelito; Bruno Amaro, Neca e Hugo Leal; Jorge Gonçalves, Meyong e Kiko

Substituições: Kiko por Targino (46m), Hugo Leal por Djikiné (73m) e Jorge Gonçalves por Rafael Lopes (79m)

Não utilizados: Ricardo, Amoreirinha, Pedro Mendes e ReyesTreinador: Bruno RibeiroAo intervalo: 1-0Golos: Lucho (23m), Janko (67m)Cartão amarelo: Jorge Gonçalves (72m), Ney (82m) e Bruno Amaro (87m)

HOQUEI PATINS FC do PORTO VS BENFICA 6-4



"El comandante" Reinaldo derruba Benfica


O FC Porto Império Bonança venceu este domingo o Benfica, por 6-5, num jogo em que Reinaldo Ventura foi a figura, ao marcar cinco golos. O resultado é o espelho de um encontro emotivo e a espaços bem jogado, em que os Dragões se superiorizam com naturalidade. Afinal de contas, os lisboetas não vencem o FC Porto, para o campeonato, desde a época 2008/09, e estão agora cinco pontos atrás no campeonato.Depois de uma sentida homenagem a Joaquim Santos, pai do capitão Filipe Santos, que faleceu na quinta-feira, o FC Porto entrou melhor na partida, com Caio e Pedro Gil a serem os primeiros a testar Ricardo Silva. Aos quatro minutos, Reinaldo Ventura apareceu isolado, mas o golo não surgiu. A partir daí, o Benfica foi capaz de equilibrar as operações apostando essencialmente no contra-ataque, com os Dragões a dominarem em termos de posse de bola.Os visitantes chegaram primeiro ao golo, por intermédio de João Rodrigues, que rematou antes do meio-campo, aos nove minutos. A reacção dos Dragões foi imediata, com Reinaldo Ventura a atirar à trave, dois minutos depois. Mas o “careca” do FC Porto só marcaria na conversão de um livre directo, a castigar falta de Luís Viana, aos 13 minutos. O número 66 desferiu um remate directo, violento, e comemorou “à Lucho González”, com a mão sobre a testa.A partir desse momento, as equipas encaixaram-se e a partida desceu um pouco de intensidade. No entanto, num contra-ataque, os lisboetas voltaram a colocar-se em vantagem, por intermédio de Diogo Rafael. No minuto seguinte, os azuis e brancos beneficiaram de um livre directo, dado que o adversário cometeu a décima falta. Reinaldo Ventura, na recarga, restabeleceu o empate, sendo justo dizer que a eficácia portista nas bolas paradas foi decisiva para o triunfo.Aos 22 minutos, o FC Porto colocou-se pela primeira vez em vantagem, através de um remate de meia distância de Reinaldo Ventura, que o guarda-redes Ricardo Silva acabou por desviar para as próprias redes. No entanto, em cima do intervalo, Carlos López fez o 3-3, num desvio feliz a um remate que parecia destinado à tabela.Na segunda parte, foi de bola parada que os Dragões regressaram ao comando do marcador, com novo tento de Reinaldo Ventura, na conversão de um penálti a castigar falta de Sérgio Silva. O Benfica ai nda voltou a empatar, por Carlos López (que não desperdiçou o livre directo correspondente à décima falta portista), mas seria a última vez em que o faria na partida.Com mais “pulmão” do que o adversário, os azuis e brancos estiveram perto de regressar à liderança quando o guarda-redes Ricardo Silva, com a máscara, defendeu um penálti de Reinaldo Ventura (a castigar falta de Sérgio Silva quando Pedro Gil seguia isolado). Aos 34 minutos, o guardião evitou que o espanhol marcasse por duas vezes, mas à terceira não conseguiu evitar o remate vitorioso de Caio, à boca da baliza.Este foi o momento decisivo da partida, em que o pavilhão “explodiu”, e não mais o FC Porto largaria a liderança. A importância de Edo Bosch veio ao de cima, com um punhado de defesas importantes (incluindo um livre directo de Carlos López), mas Reinaldo Ventura surgiria de novo para praticamente “matar” o jogo, aos 41 minutos, na conversão do livre directo correspondente à 15.ª falta benfiquista. Até ao apito final, os Dragões controlaram o jogo, com Pedro Gil a desperdiçar ainda um penálti.O golo de Diogo Rafael, a segundos do fim, não foi mais do que o estrebuchar de um Benfica que vê o FC Porto conquistar o campeonato há dez anos consecutivos. Ainda há muitos jogos pela frente, mas já se vislumbra uma luz que pode guiar o FC Porto para o desejado hendecacampeonato.

FICHA DE JOGO

FC Porto Império Bonança-Benfica, 6-5

Campeonato nacional, 14.ª jornada 5 de Fevereiro de 2012

Pavilhão Dragão Caixa, no Porto

Árbitros: Luís Peixoto (Lisboa), Joaquim Pinto (Porto) e José Nave (Lisboa)

FC PORTO: Edo Bosch (g.r.), Pedro Moreira, Caio, Pedro Gil e Reinaldo Ventura

Jogaram ainda: Gonçalo Suíssas, Filipe Santos (cap.) e Tiago Santos

Treinador: Tó Neves

BENFICA: Ricardo Silva (g.r.), Valter Neves (cap.), João Rodrigues, Sérgio Silva e Luís Viana

Jogaram ainda: Carlos López, Diogo Rafael, Esteban Abalos, Cláudio Filho e Pedro Henriques (g.r.)

Treinador: Luís Sénica

Ao intervalo: 3-3

Marcadores: João Rodrigues (9m), Reinaldo Ventura (13m, 20m, 22m, 30m [pen.] e 41m), Diogo Rafael (19m e 50m), Carlos López (23m e 31m) e Caio (34m)Cartões azuis: Luís Viana (13m e 43m), Tiago Santos (43m) e Ricardo Silva (48m)