sábado, 14 de abril de 2012

RICKY CADELL nova aquisição BASQUETEBOL




“Sei que é uma honra jogar aqui”

Ricky Cadell é a mais recente aquisição do FC Porto Ferpinta e já tem no discurso vários traços de campeão. O norte-americano, ex-St. Francis Terriers, considera ter no Dragão Caixa “uma bela casa” e está “ansioso” por vê-la repleta de adeptos a apoiar a equipa. Se pudesse, o novo número 8 estreava a camisola “hoje mesmo”, porque o FC Porto representa o que mais gosta: “grandes desafios”.

Chegou apenas esta semana a Portugal. Pode apresentar-se aos portistas?
Sou natural de Nova Iorque, nasci e fui criado no Bronx. Esta é a primeira vez que estou na Europa. Aliás, é a primeira vez que estou fora dos Estados Unidos. Espero ter bons momentos no Porto e desfrutar do meu basquetebol, para poder ajudar a equipa.

O que conhecia do FC Porto antes de receber esta proposta?
Não gosto de mentir. Portanto, para ser sincero, tenho de dizer que não sabia nada do FC Porto antes de ser contactado para vir para cá. Mas quando me ligaram a falar nesta hipótese comecei logo a procurar na internet e percebi que vinha para um clube importante, que está habituado a ganhar títulos e troféus em todas as modalidades. Tenho um amigo que jogou em Portugal há dois anos e me deu as melhores informações: o FC Porto tem uma excelente equipa e é um clube enorme, ganhador. Ele avisou-me que é uma honra jogar aqui e, pelo que estou a ver, isso é mesmo verdade. Entretanto, também já vi as taças e isso ainda me deu mais motivação para começar a jogar. Estou muito feliz por estar aqui, já o disse ao treinador: estou feliz, motivado e ansioso por entrar em campo e ajudar a equipa, que me recebeu muito bem. Quero ganhar o campeonato já! (risos)

Quem é Ricky Cadell, o basquetebolista?
Quem é Ricky, o basquetebolista? Que grande pergunta! (risos) Nunca ma tinham feito… É mesmo uma boa pergunta. (Pausa) Acho que tenho muito a dizer sobre isso! (risos) Não sou o melhor jogador do mundo, nem sequer penso isso para mim, mas sou um jogador com qualidade. Toda a gente me define como um jogador de equipa. Adoro passar a bola, por estranho que pareça dizer isto, mas é a verdade: adoro passar a bola! Prefiro passar e fazer dez ou quinze assistências por jogo do que marcar dez pontos. Dizem que encesto bastante bem, mas o que me dá gozo é fazer assistências, distribuir a bola, criar jogadas e fazer bons passes para que os colegas marquem o máximo de pontos possível. Como pessoa, sou bastante relaxado. Dizem que sou boa pessoa, bem “cool”, estou sempre bem-disposto. Procuro sempre ir o mais longe possível, atingir as metas a que me proponho.

As primeiras informações que circularam em Portugal diziam que o Ricky era um jogador decidido e um excelente lançador de três pontos…
Não me considero um “triplista”. Acho, e sempre pensei, que encesto bem, mas daí a ser um especialista em triplos… Acho que não é bem assim (risos), mas vou fazer por isso! Sinceramente, o que eu quero é contribuir para a equipa, poder ajudar a ganhar os jogos, seja com cestos de três pontos ou de dois ou de um. Penso em mim como um jogador de basquetebol, ponto. Primeiro está a equipa e é nos objectivos da equipa que estou focado, não nos pontos que vou marcar, desta forma ou daquela.

Os jogadores norte-americanos que dão nas vistas nos campeonatos universitários sonham todos com a NBA, mas apenas uma pequena percentagem lá chega. Esta passagem pelo FC Porto permite-lhe continuar a sonhar?
Já tive várias barreiras ao longo da minha vida, pessoal e desportiva, e ultrapassei-as. Posso dizer que gosto muito de desafios, porque me tornam mais forte, reforçam as minhas expectativas e o meu querer. Quando quero algo na vida vou atrás, sem hesitar. Sei o que quero ser na vida e é para isso que trabalho, todos os dias, com toda a dedicação. Tenho grandes sonhos. Acho que toda a gente os deve ter! Cada pessoa tem as suas aspirações… Eu tenho as minhas, e tenho outras para lá da NBA. Neste momento estou no FC Porto, tenho uma série de jogos importantes pela frente, quero jogar o máximo possível e ser campeão. É nisso que estou focado e é só nisso que penso nesta fase da minha carreira. Com o que vem a seguir preocupo-me depois.

O FC Porto Ferpinta entra em campo esta sexta-feira, mas, deduz-se, ainda sem Ricky Cadell. Para quando está prevista a estreia?
Quem me dera jogar já hoje! Adorava! Mas não pode ser e o treinador já falou comigo e explicou-me que era melhor ficar só a ver. Hoje fico na bancada a aprender movimentações e a ver como a equipa se comporta. Ainda tenho coisas a aprender e só observando os meus colegas acelero o processo de integração na equipa… Assim já fico a perceber que tipo de jogadas fazem e em que momentos do jogo posso ser mais útil: nos passes, na ida para o cesto, etc. O basquetebol português é diferente do norte-americano e tenho de me adaptar a algumas situações, sabendo que posso incutir um pouco mais de criatividade no jogo. Mas hoje é só sentar, ver e aprender. Mas quem sabe no domingo já dê para actuar uns minutos.

A seguir ao aeroporto, o primeiro espaço que viu na cidade foi o Dragão Caixa. Gostou?
Claro que sim! Gostei imenso do pavilhão, é uma bela casa! O Dragão Caixa é melhor do que vários dos grandes ginásios dos Estados Unidos. Estou ansioso por ter aqui os adeptos a apoiar e ver como é. Já me mostraram um vídeo e estou realmente ansioso para sentir o ambiente porque gosto de multidões, adoro ouvir os cânticos, ver as bandeiras, sentir o apoio todo enquanto estou no campo. Isso ajuda-me a jogar melhor. Adoro a pressão, sabe?! Quanto maior o jogo, melhor eu jogo.

Dá para perceber à primeira vista que o Ricky é fã de tatuagens. O futuro pode “pintar-lhe” um dragão?
Quem sabe… quem sabe?! Todas as tatuagens que tenho têm um significado especial, por isso não ponho de parte desenhar um dragão. Seria um sinal de que o FC Porto me marcou e que tudo na minha experiência aqui correu pelo melhor, como espero que aconteça.

Moncho López sobre Ricky Cadell
“O Ricky é aquele tipo de jogador conhecido na Europa como segundo base. É um jogador que pode ajudar em duas posições, nas denominadas “zonas pequenas”. Desenvolve-se fundamentalmente na posição dois, ainda melhor que na posição um, mas pode fazer os dois lugares. É um jogador com grandes habilidades técnicas, bom manuseamento da bola, bons dribles, capacidade para lançar de fora, para fazer boas leituras de jogo e pick’n’roll. Tem uma boa formação técnica e bons gestos defensivos. Eu, pessoalmente, gosto muito da forma como joga a sua universidade e parece-me que é alguém que nos pode ajudar muito no ataque e também em termos defensivos, até porque é muito inteligente. Para além disso, é um atleta muito intenso e achamos que pode ser um óptimo reforço para o que falta do campeonato. Como todas as equipas, mesmo estando na primeira posição e a jogar bem, queremos melhorar. É isso que procuramos com o Ricky. É mais um elemento que pode acrescentar algo ao nosso nível de jogo, para nos ajudar a chegar ao bicampeonato.”

HOQUEI PATINS - FC Porto - Genève 10-4


Uma vitória amarga

O FC Porto Império Bonança goleou os suíços do Genève, por 10-4, mas falhou o apuramento para a "final 8" da Liga Europeia, terminando no terceiro lugar do grupo C. Tal acontece por um mero golo, no desempate no confronto directo com Valdagno e Liceo de Corunha. Os espanhóis venceram em Itália pela conveniente margem de um tento (4-3), que assim apura ambas as formações.

No Dragão Caixa, o jogo teve pouca história. Os azuis e brancos dominaram por completo um encontro ingrato, isto porque o destino não estava por completo nas mãos dos portistas, que passaram os 50 minutos atentos ao que sucedia em Itália. A primeira parte foi morna e o segundo tempo cheio de golos, com Pedro Gil a brilhar mais alto, pelo “hat-trick” e pela espectacularidade dos tentos.

O FC Porto abriu o marcador bem cedo, aos três minutos, por intermédio de Pedro Moreira. O defesa-médio conduziu o contra-ataque e finalizou-o, na recarga a um remate de Reinaldo Ventura. O avançado falharia um penálti aos seis minutos e, depois disso, os Dragões preocuparam-se em controlar a partida, perante um adversário com bons jogadores (como os portugueses Sebastian Silva, guarda-redes, e o ex-portista Pedro Alves) e que mostrou alguma qualidade de jogo.

No entanto, os contra-ataques suíços não se revelaram particularmente perigosos. Do outro lado, os Dragões iam acertando nos postes (tal aconteceu por sete vezes na partida) e, aos 18 minutos, Tiago Santos teve um bom trabalho na área de grande penalidade, mas a bola não ultrapassou a linha de baliza. Apenas dois minutos depois, o português viria mesmo a marcar, após assistência de Pedro Gil, que conduziu um rápido contra-ataque.

A segunda parte foi bem mais agitada, com o Genève a mostrar não ter “pedalada” para 50 minutos. Pedro Alves reduziu para 2-1 logo nos primeiros segundos, mas o FC Porto respondeu logo de seguida, com Pedro Gil a converter o livre directo que castigou a décima falta do Genève. Os suíços voltaram a reduzir para a margem mínima, quando Pedro Alves converteu um penálti, aos 29 minutos.

Foi neste período que o Genève pareceu mais ameaçador, mas a ordem natural do jogo seria reposta nos minutos seguintes. Tiago Santos fez o 4-2, na recarga a um remate de Filipe Santos. Edo Bosch defendeu depois o livre directo de Pedro Alves, a castigar a décima falta dos portistas e, aos 31 minutos, Pedro Gil, num momento espectacular, ziguezagueou por entre um defesa contrário e o guarda-redes, fazendo o 5-2

Deixou de haver dúvidas sobre o vencedor e, nos minutos seguintes, a vantagem portista foi-se dilatando, nomeadamente através de contra-ataques venenosos. Assegurada estava também a margem de pelo menos dois golos que poderia ajudar a fazer as contas finais. De nada serviu a goleada, mas o público do Dragão Caixa prestou a justa homenagem ao esforço da equipa, ovacionando-a.

FICHA DE JOGO

FC Porto Império Bonança-Genève, 10-4
Liga Europeia, grupo C, sexta jornada
14 de Abril de 2012
Pavilhão Dragão Caixa, no Porto
Assistência: 824 espectadores

Árbitros: Josep Gomez (Espanha), Juan Melero (Espanha) e Sílvia Coelho (Portugal)

FC PORTO: Edo Bosch (g.r.), Filipe Santos (cap.), Pedro Moreira, Pedro Gil e Reinaldo Ventura
Jogaram ainda: Caio, Tiago Santos, Gonçalo Suíssas, Nelson Filipe (g.r.) e Nelson Pereira
Treinador: Tó Neves

ÓQUEI DE BARCELOS: Sebastian Silva (g.r.), Forel (cap.), Ortola, Jimenez e Pedro Alves
Jogaram ainda: Vale, Simons, Rossel e Matter
Treinador: Pedro Antunes

Ao intervalo: 2-0
Marcadores: Pedro Moreira (3m e 48m), Tiago Santos (20m), Pedro Alves (26m e 29m, pen.), Pedro Gil (27m, 31m e 43m), Tiago Santos (30m), Simons (37m), Gonçalo Suíssas (38m), Nelson Pereira (43m), Reinaldo Ventura (44m) e Vale (49m)
Disciplina: cartão azul para Pedro Moreira (40m)

BASQUETEBOL - FC Porto - Guimaarães 1º jogo




Regularmente superiores

Nada mais natural do que os playoffs abrirem com um triunfo do vencedor da fase regular. No Dragão, ao primeiro jogo dos quartos-de-final, o campeão derrotou o Vitória. Por números esclarecedores (77-59) e com Rob Johnson a somar a condição de MVP à de melhor marcador da partida. Domingo há mais. No mesmo local, às 18h30 e com os mesmo intérpretes.

A intensidade defensiva, princípio comum ao jogo das duas equipas, decifra, em parte, o ritmo lento do marcador, que ao intervalo apresentava um resultado curto (31-24), capaz de caber, sem grandes problemas de espaço, num só período. A anormal sequência de disparates debaixo do cesto contribuiu com a explicação restante.

Com o Vitória na frente desde o começo, João Soares produziu a primeira situação de vantagem portista (13-11) com menos de dois minutos para jogar no primeiro quarto e o equilíbrio só foi quebrado por dois triplos consecutivos de Carlos Andrade, convertidos nos últimos 30 segundos da primeira parte.

Sobre os sete pontos de vantagem (31-24) com que reentrou na partida, o campeão compôs uma margem de segurança, que, oscilando entre a dezena e as duas dezenas de pontos, o manteve a salvo de todas as tentativas de recuperação, dos quatro triplos convertidos pelo Vitória no último período e da irritação da Brian Morris, excluído à segunda falta anti-desportiva.

No final, Rob Johnson e Paulo Cunha dividiram a condição de MVP, com o norte-americano dos Dragões a gastar menos 11 minutos de utilização para atingir os 22,5 pontos de valorização e acumulando a vantagem de ter somado mais 6 pontos do que o adversário, que lhe permitiu distinguir-se como o melhor marcador, com 19 pontos.

FICHA DE JOGO

Liga, playoffs, quartos-de-final, jogo 1
13 de Abril de 2012
Dragão Caixa, no Porto
Assistência: 632 espectadores

Árbitro principal: Luís Lopes
Árbitros auxiliares: Nuno Monteiro e Jorge Cabral

FC PORTO FERPINTA (77): Reggie Jackson (8), Carlos Andrade (15), João Santos (2), Greg Stempin (12) e Rob Johnson (19); José Costa (5), João Soares (4), Miguel Miranda (7), David Gomes (3), Diogo Correia (2)
Treinador: Moncho López

VITÓRIA DE GUIMARÃES (59): Julian Blanks (11), Rui Mota (12), Maris Gulbis (7), Paulo Cunha (13) e Brian Morris (10); André Bessa (6), João Torrié (0)
Treinador: Fernando Sá

Ao intervalo: 31-24
Por períodos: 15-15, 16-9, 20-13 e 26-22

quinta-feira, 12 de abril de 2012

ANDEBOL - FC Porto - SL Benfica 24-22




Tetra à vista

No andebol, a verdade vem quase sempre ao de cima, como o azeite. Foi exactamente isso que passou esta quarta-feira, na recepção ao Benfica. Depois de uma primeira parte muito equilibrada, o FC Porto Vitalis arrancou para uma vitória (24-22) muito saborosa, que põe os Dragões, a seis jornadas do fim do Andebol 1, próximo do tetracampeonato.

Os portistas provaram ser muito mais equipa, face a uma formação que jogava tudo para recuperar o atraso no campeonato. Por isso, o seu treinador, Jorge Rito, esteve sempre bastante agitado, apesar de até ter beneficiado de critérios favoráveis da dupla de arbitragem. O FC Porto tem agora cinco pontos de vantagem sobre o segundo, o Madeira SAD, deslocando-se na próxima jornada ao terreno do Sporting.

A primeira parte ficou marcada pela supremacia das defesas sobre os ataques. Prova disso é a baixa pontuação registada ao intervalo (10-11) e as altas percentagens de eficácia dos guarda-redes (Hugo Laurentino defendeu 45% dos remates e Ricardo Candeias 44%). O FC Porto não apontou nenhum golo em contra-ataque enquanto o Benfica marcou dois, em três tentativas.

Destaque-se, no entanto, os dois golos de primeira linha de Wilson Davyes, que foi igualado, nesse capítulo, pelo “bombardeiro” Gilberto Duarte. Nenhuma das equipas conseguiu mais do que a vantagem tangencial ao longo do primeiro tempo, pelo que o marcador aos 30 minutos sublinhava o equilíbrio dominante.

O arranque da segunda parte foi atribulado, com o FC Porto a ver-se reduzido a cinco jogadores, por exclusão de Daymaro Salino e desqualificação (cartão vermelho) a Ricardo Moreira. O jogo estava então empatado (11-11) e os Dragões conseguiram ultrapassar este período difícil sem sofrer golos, fazendo, já com a equipa completa, o 12-11, por Wilson Davyes.

Foi então decisiva a acção de Hugo Laurentino, que defendeu um livre de sete metros apontado por David Tavares e que, pouco antes, fez três defesas consecutivas de altíssimo nível. O guardião realizou uma fantástica exibição, com números (41% de eficácia) a condizer.

Este período difícil parece ter sido o tónico de que a equipa precisava para arrancar para a vitória. Aplicando mais agressividade nas tarefas defensivas, os azuis e brancos não mais permitiram aos lisboetas regressar à vantagem no marcador, mesmo que quase tudo lhes pareça ter sido permitido a nível defensivo.

Na segunda metade da segunda parte, deu-se o momento decisivo do encontro, com o FC Porto a conseguir pela primeira vez uma vantagem de dois golos (20-18, aos 49 minutos), alargada posteriormente até aos quatro golos (23-19, aos 53 minutos, por Elias Nogueira). No minuto seguinte, os azuis e brancos dispuseram do único (!) livre de sete metros de toda a partida, convertido por Pedro Spínola. O lateral direito acabou por ser o melhor marcador dos Dragões, com seis tentos.

A reacção final do Benfica de nada valeu. Afinal de contas, os forasteiros já não vencem no pavilhão do FC Porto desde a longínqua época de 1989/90. Os portistas, por sua vez, mantêm a impressionante série vitoriosa no Dragão Caixa: são já 38 triunfos consecutivos.

FICHA DE JOGO

FC Porto Vitalis-Benfica, 24-22
Andebol 1, fase final, quarta jornada
11 de Abril de 2012
Dragão Caixa, no Porto

Árbitros: Roberto Martins e Daniel Martins

FC PORTO VITALIS: Hugo Laurentino e Alfredo Quintana (g.r.); Gilberto Duarte (4), Wilson Davyes (5), Tiago Rocha (3), Ricardo Moreira (cap., 2),Elias Nogueira (3), Pedro Spínola (6), Daymaro Salina, Filipe Mota, Malencic (1) e Ricardo Costa
Treinador: Ljubomir Obradovic

BENFICA: Ricardo Candeias e João Ferreirinho (g.r.); David Tavares, Inácio Carmo (3), Rui Silva, Carlos Carneiro (7), João Pais (2), Nuno Roque (2), José Costa (3), João Lopes, Zaikin, Cláudio Pedroso e António Areia
Treinador: Jorge Rito



Dou os parabéns aos meus jogadores”

Apesar do triunfo sobre o Benfica, que dá ao FC Porto Vitalis cinco pontos de vantagem na liderança do Andebol 1, o treinador Ljubomir Obradovic frisou que o campeonato ainda não está decidido e que os próximos jogos “não vão ser nada fáceis”. Em conferência de imprensa, o técnico deu os parabéns aos jogadores pelo alto nível da partida e agradeceu a presença dos adeptos.

Jogo de alto nível
“Em primeiro lugar, quero dar os parabéns aos jogadores do FC Porto e do Benfica. Estas equipas precisam deste tipo de jogos. O Benfica acabou a primeira parte a vencer por um golo e demonstrou que é uma equipa muito boa. Foi um jogo difícil mas conseguimos vencer. Dou os parabéns aos meus jogadores, que acreditaram sempre na vitória, e agradeço aos adeptos, que nos apoiam sempre.”

Título em aberto
“Faltam seis jogos para o final do campeonato e estão 12 pontos na mesa. Equipas como o Madeira SAD ou o Águas Santas já mostraram que conseguem ganhar ao FC Porto e ao Benfica, o que não acontecia antes. Por isso, ainda nada está decidido e os encontros que restam não vão ser nada fáceis.”

terça-feira, 10 de abril de 2012

TAÇA UEFA


Sapunaru "devolve" Taça UEFA esta quarta-feira

Durante cerca de 11 meses, a Taça UEFA abrilhantou a vitrina do Estádio do Dragão, mas é chegada a hora da despedida. Esta quarta-feira, no Estádio Nacional de Bucareste, capital da Roménia, o futebolista Cristian Sapunaru e o administrador Reinaldo Teles vão entregar o troféu ao município de Bucareste, onde se joga a final deste ano.

A cerimónia tem início pelas 15h de Portugal continental e culmina com a deslocação da Taça para a praça George Enescu, onde decorrem várias iniciativas que dão início à "Trophy Tour". No evento, que deverá contar com a presença de cerca de 80 jornalistas, será mostrado um vídeo com o percurso dos Dragões até á final de Dublin, em Maio passado. O romeno Sapunaru foi um dos titulares na vitória por 1-0 sobre o SC Braga.

Rodolfo Reis


Rodolfo Reis só pede um FC Porto autoritário até final


Rodolfo Reis só pede um FC Porto autoritário até final
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O FC Porto só depende de si e se for forte não tem nada a temer. Esta a ideia de Rodolfo Reis, antigo jogador dos "dragões" em entrevista à Antena 1.

O perigo para o FC Porto até ao final do campeonato é relativo. "Pode vir de qualquer clube mas só depende da postura do FC Porto, porque se a equipa entrar nos jogos concentrada, com dinamismo, garra e união a equipa ganha os jogos que lhe faltam e até pode distanciar-se mais do Benfica e Braga", considerou o ex-capitão portista.

Quanto ao jogo com o Sporting, Rodolfo Reis analisou: "O Sá Pinto põe o Sporting a jogar como uma equipa que se considera inferior. Joga em contra-ataque mesmo em casa e espera que o adversário abra brechas. É preciso encontrar o antidoto para isso".

O antigo jogador portista congratulou-se ainda pela excelente conjugação de resultados que favoreceu o FC Porto a cinco jornadas do final do campeonato.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

RAUL MEIRELES

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VIDIO DO BRAGA _ PORTO

Braga - Porto
vidio

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BRAGA - PORTO 0 - 1




Hulk abriu atalho para o título na Pedreira


O jogo era decisivo para as contas do título e o Dragão respondeu à altura, como tem acontecido nos duelos com os “grandes” da Liga. Um golo de Hulk, que nunca tinha sequer marcado na Pedreira, foi suficiente para carimbar a vitória (0-1) no terreno do Sporting de Braga e abrir um atalho para o título. Agora só faltam quatro finais: igual número de vitórias é sinónimo de triunfo na Liga.

O encontro foi intenso, especialmente durante a primeira parte, mesmo que nem sempre bem jogado. Os Dragões procuraram travar a circulação de bola do adversário com Moutinho a Lucho a pressionar bem à frente no campo. Houve momentos alternados de domínio e poucas oportunidades de golo, se bem que os três remates mais perigosos tenham sido dos Dragões. Em ambos os momentos, aos 12 e 28 minutos, tratou-se de combinações entre Hulk e Lucho que o argentino concluiu e que o guarda-redes Quim travou.

Só depois, aos 29 minutos, a equipa da casa criou real perigo, com um remate de Lima, na sequência de um contra-ataque, a sair ao lado da baliza portista. Ainda antes do intervalo chegaria a melhor ocasião do primeiro tempo. João Moutinho desmarcou com Hulk, que rematou junto à linha de fundo, de ângulo quase impossível. A bola ia mesmo para a baliza e Quim voltou a evitar o golo.

No arranque do segundo tempo, Varela entrou para o lugar de Kléber, uma substituição que se revelou determinante e que tornou o ataque portista mais imprevisível. O extremo português, que ainda recupera ritmo após a lesão sofrida na recepção ao Feirense, efectuou uma bela exibição, assim como Alex Sandro, que substituiu Alvaro a meio da etapa complementar. Os portistas ainda apanharam um susto quando Hugo Viana, aos 47 minutos, apareceu isolado frente a Helton, rematando por cima. Contudo, excepção feita a um livre apontado pelo mesmo jogador, 12 minutos depois, os bracarenses pouco mais criaram.

O FC Porto tornou-se progressivamente mais perigoso, mantendo a segurança defensiva que lhe permite ser a melhor defesa dos principais campeonatos europeus, a par dos italianos da Juventus (17 golos encaixados). E, aos 55 minutos, James recuperou a bola a meio-campo e serviu Hulk, que, isolado, rematou com o seu pior pé, o direito. A bola parecia que não queria entrar, mas lá ultrapassou a linha de baliza dos bracarenses, dando aos azuis e brancos uma vantagem preciosíssima.

Isto porque a equipa soube gerir os tempos de jogo e guardar a bola, não perdendo a oportunidade para contra-atacar. O melhor exemplo foi um lance aos 73 minutos: Hulk, Varela e James triangularam, com o colombiano a não ser capaz de dar o toque final. Já nos descontos, num lance confuso em que os portistas pressionaram junto à área adversária, Alex Sandro viu o seu remate desviado da baliza por Nuno André Coelho. O apito final soou pouco depois e os futebolistas portistas comemoraram a vitória junto aos adeptos que os acompanharam. Também eles foram incansáveis.

FICHA DE JOGO

SC Braga-FC Porto, 0-1
Liga portuguesa 2011/12, 26.ª jornada
7 de Abril de 2012
Estádio Municipal de Braga
Assistência: 25.971 espectadores

Árbitro: Olegário Benquerença (Leiria)
Assistentes: João Santos e Luís Marcelino

Quarto árbitro: Vasco Santos

SC BRAGA: Quim; Miguel Lopes, Douglão, Nuno André Coelho e Elderson; Custódio, Hugo Viana e Mossoró; Alan, Lima e Hélder Barbosa.
Substituições: Alan por Paulo César (68m), Hélder Barbosa por Carlão (75m) e Custódio por Nuno Gomes (83m)
Não utilizados: Berni, Ewerton, Ukra e Djamal
Treinador: Leonardo Jardim

FC PORTO: Helton; Sapunaru, Maicon, Otamendi e Alvaro; Defour, João Moutinho e Lucho; Hulk, Kléber e James.
Substituições: Kléber por Varela (46m), Alvaro por Alex Sandro (63m) e James por Rolando (83m)
Não utilizados: Bracali, Djalma, Iturbe e Janko
Treinador: Vítor Pereira

Ao intervalo: 0-0
Marcador: Hulk (55m)
Cartão amarelo: Sapunaru (24m), Defour (36m), Custódio (51m), Alvaro (59m), Hugo Viana (75m) e Varela (90m+3)

BASQUETEBOL - FC Porto - Barreirense

FC do Porto - Barreirense

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ACELERA PARA MAIS UM TÍTULO